Calendário

[wcp-carousel id=”90845″]

Out
27
Dom
Viana do Castelo: Bispo destaca importância do «acolhimento» e «significado especial» da peregrinação diocesana a Fátima
Out 27 todo o dia

«Só em Igreja se pode ser cristão», afirmou D. Anacleto Oliveira numa mensagem à diocese

Agência Ecclesia/MC

Viana do Castelo, 17 out 2019 (Ecclesia) – O bispo de Viana do Castelo espera que a peregrinação diocesana ao Santuário de Fátima seja “uma vivência do acolhimento” e afirma que tem um “especial significado” ao realizar-se no início da ‘Semana da Diocese’, a 27 de outubro.

“Esta peregrinação faz parte do jubileu dos quarenta anos da criação da Diocese. Neste terceiro e último ano somos convidados ao acolhimento. Para isso recorremos à proteção de Nossa Senhora, padroeira principal da Diocese, sob o título de «Santa Maria Maior» – «Maior» no modo como nos acolhe e nos incentiva a acolher, enquanto Mãe”, escreveu D: Anacleto Oliveira, numa mensagem aos diocesanos que vão peregrinar à Cova da Iria.

No documento enviado hoje à Agência ECCLESIA, pela Diocese de Viana do Castelo, o seu bispo começa com a exclamação ‘temos Mãe!’, do Papa Francisco no Santuário de Fátima, pelo centenário das aparições, a 13 de maio de 2017.

“E repetiu: «Temos Mãe! Temos Mãe!». Não há dúvida: foi a maternidade de Maria que mais o atraiu a Fátima”, acrescenta o bispo de Viana de Castelo, explicando que pela “mesma razão” também peregrinam ao santuário, para encontrarem “com a Mãe do Céu que lá acolhe”.

“Queremos saborear o seu amor, para o partilhamos uns com os outros: com os companheiros de viagem; com os restantes diocesanos que para lá se deslocam; com peregrinos de outros lugares do País e do mundo. Acolhamo-los a todos, ao deixarmo-nos acolher por Maria, nossa Mãe querida”, desenvolveu.

Na mensagem para ser lida, em cada autocarro, no início da peregrinação, o bispo de Viana do Castelo salienta que foi com uma mensagem que se pode resumir nas palavras “oração e conversão” que Nossa Senhora se manifestou em Fátima.

Do programa da peregrinação destaca-se a recitação do Terço, às 10h00, na Capelinha das Aparições, e passado uma hora a Eucaristia no altar do recinto de oração, todas as celebrações vão ser presididas por D. Anacleto Oliveira, no próximo dia 27.

O bispo de Viana do Castelo explica que com esta iniciativa começa a Semana da Diocese em que procuram anualmente “aprofundar a consciência” de que são membros da “grande família cristã que é a diocese”.

“Só em Igreja se pode ser cristão. E se eu preciso da Igreja, de igual modo ela precisa de mim”, acrescenta.

Numa carta aos sacerdotes de Viana do Castelo, o bispo diocesano lembra que a peregrinação “começa já com a viagem até Fátima”, recomenda que os autocarros sejam identificados com os cartazes alusivos à peregrinação que está integrada na Semana da Diocese 2019.

CB

Nov
10
Dom
Vocações: «Para quem sou eu?» – Igreja interpela os jovens a responder à pergunta do Papa
Nov 10_Nov 17 todo o dia

D. António Augusto Azevedo pede «a todos os cristãos um especial apoio e carinho», na Semana dos Seminários

Aveiro, 04 out 2019 (Ecclesia) – A Comissão Episcopal das Vocações e Ministérios afirma que a Semana dos Seminários, de 10 a 17 de novembro, é ocasião para “animar os jovens” e “refletir na centralidade da questão vocacional e para um renovado compromisso”.

“É oportunidade para animar os jovens que fazem parte dos vários seminários do nosso país e reconhecer o precioso trabalho das equipas formadoras e de todos os que colaboram na vida dos seminários”, escreve D. António Augusto Azevedo.

Na mensagem enviada à Agência ECCLESIA, o presidente da Comissão Episcopal das Vocações e Ministérios assinala que a “todos os jovens” se renova o apelo do Papa Francisco para que cada um saiba responder à pergunta: «Para quem sou eu?»,

O também bispo da Diocese de Vila Real observa que “hoje é mais difícil de escutar e entender” “chamamento atrativo e fascinante” de Jesus pelos jovens porque são “bombardeados por uma variedade de estímulos e uma multiplicidade de propostas geradoras de muito ruído e dispersão”

“A vocação significa antes de mais um dom, um presente, simultaneamente o mais precioso e o mais exigente”, assinala, e abrir-se a esse dom “implica um caminhar juntos com Cristo, na amizade e na liberdade”.

O bispo português, que foi reitor do Seminário Maior do Porto, explica que estas casas são o espaço necessário para o “discernimento e para uma sólida configuração com Cristo”, um discernimento “favorecido pela vida comunitária” que ajuda cada um “na descoberta de si mesmo e do outro”.

“O Seminário é também o tempo indispensável para que o percurso de discernimento seja devidamente acompanhado, pessoal e comunitariamente”, acrescenta.

‘Cristo não pensa apenas naquilo que tu és mas naquilo que poderás chegar a ser’, é o lema da Semana dos Seminários 2019, que foi inspirado na Exortação Apostólica Pós-Sinodal ‘Christus Vivit’.

“Os últimos capítulos deste texto que surge na sequência do último Sínodo dos Bispos sobre os jovens, a fé e o discernimento vocacional, correspondem à visão atual do magistério sobre o tema da vocação e concretamente da vocação ao ministério sacerdotal”, assinala D. António Augusto Azevedo.

A todos os cristãos, destaca, “é pedido, durante esta semana e sempre, um especial apoio e carinho” pelos seminários que se pode manifestar “na oração e na ajuda material”.

Os diversos materiais e subsídios para a Semana dos Seminários 2019 foram preparados pela Diocese de Aveiro e para animar e celebrar este período específico, para além do cartaz e da mensagem, existem um guião, uma pagela de oração, os mistérios do terço e a sugestão de uma vigília de oração, preces para a Oração Universal nas Missas e atividades dedicadas à infância, para os adolescentes e para os jovens, bem como um hino.

CB

 

Nov
23
Sáb
Igreja: 50 dias de atividades antecipam «Praça Central», encontro nacional de leigos católicos (c/vídeo)
Nov 23 todo o dia

Iniciativa decorre 23 de novembro, na cidade de Santarém

Lisboa, 11 out 2019 (Ecclesia) – A Conferência Nacional do Apostolado de Leigos (CNAL), organismo da Igreja Católica, está a promover 50 dias de atividades que antecipam a ‘Praça Central’, encontro nacional de leigos católicos marcado para 23 de novembro, em Santarém.

“Praça Central é um evento surpreendente e inspirador. A quinta edição deste encontro vai decorrer em Santarém, no dia 23 de novembro, mas um vasto conjunto de atividades culturais feitas de caminhadas, debates, cinema e oração estão a ser propostas desde o dia 4 de outubro em nove localidades distintas da região centro do país”, refere uma nota enviada hoje à Agência ECCLESIA pela CNAL.

Esta conferência reúne os organismos, associações e movimentos de leigos de Portugal.

A ‘Praça Central’ tem como tema uma frase de Etty Hillesum (1914-1943), jovem judia holandesa deportada para Auschwitz, onde morreu, durante a II Guerra Mundial: “Prometo viver a vida, em pleno e até ao fim”.

O programa deste 5.º encontro nacional de leigos gira “em torno da santidade enquanto desígnio para todas as pessoas”, inspirando-se na exortação “Alegrai-vos e exultai”, do Papa Francisco.

“Na Praça Central os participantes vão ter oportunidade de ouvir experiências de quem faz da santidade um programa de vida, descobrir formas de presença da santidade no quotidiano e transformar o que recebemos para viver em vida plena”, refere a CNAL.

Até 16 de novembro, são propostos cinco momentos de oração e quatro atividades culturais, em nove localidades distintas do distrito de Santarém.

O encontro nacional decorre a 23 de novembro, concentrando os trabalhos no CNEMA (Centro Nacional de Exposições em Santarém), durante a manhã, seguindo-se, de tarde, um conjunto de cinco propostas de aprofundamento de temas gerais ou de oração pessoal e de propostas culturais.

A Praça Central termina com a Missa vespertina da solenidade de Cristo Rei, na Igreja de Santa Clara, e um concerto musical à noite.

A CNAL disponibiliza um endereço eletrónico para mais informações, em cnal.secretariado@gmail.com.

OC

Dez
1
Dom
Vida Consagrada: Ordem dos Pregadores dedica «mês da Paz» à Índia
Dez 1 2019_Jan 1 2020 todo o dia

Do primeiro Domingo do Advento ao Dia Mundial da Paz

Roma, 12 jul 2019 (Ecclesia) – O mestre da Ordem dos Pregadores convida a concentrar as atenções do ‘Mês Dominicano da Paz’ 2019, com “um foco particular na paz em relação à juventude”, com quem “muitos” religiosos trabalham, após o Sínodo dos Bispos 2018.

“Enquanto as formas de violência prevalecem em tantos níveis na vasta e complexa sociedade indiana, o foco será combater a violência, sob a forma de privação e abuso, contra crianças, mulheres e ‘tribais’ (povos indígenas), lutas em que muitos Dominicanos estão presentes”, explica frei Bruno Cadoré.

Na mensagem às comunidades, o mestre geral dos Pregadores informa que vão “concentrar a atenção” em dois projetos da ordem religiosa: O projeto Dominicano Bloom para crianças de rua em Nagpur e o projeto da Família Dominicana que treina “a abordar o abuso sexual infantil”.

O ‘Mês Dominicano da Paz’ 2019, que vai dedicar a “atenção à Índia” vai começar no primeiro domingo do Advento, dia 1 de dezembro, e termina no Dia Mundial da Paz, a 1 de janeiro de 2020.

Em setembro ou outubro, acrescenta, vão ser partilhadas “mais informações e materiais” sobre a Índia e sobre os Dominicanos neste país para “ajudá-los com conteúdo para oração, pregação, consciencialização e atividades; É pedido às comunidades que nomeiem um coordenador para este mês do pacificador, a programação de um programa e a partilha de “ideias sobre maneiras úteis e criativas de destacar essa abordagem”.

Frei Bruno Cadoré contextualiza que a ideia desta iniciativa foi gerada para “promover a solidariedade dominicana” a nível global, com os irmãos e irmãs que estão a tentar “trazer esperança em situações de violência e guerra”.

Os Dominicanos centraram os esforços do seu mês da paz em 2017 na Colômbia, América Latina, “onde após 50 anos de guerra civil um acordo de paz ofereceu novas esperanças”, e no ano passado na República Democrática do Congo, África, “um país que vive há décadas guerras devastadoras com contínuos massacres e violações dos direitos humanos”.

“Os desafios na RDC ainda são enormes e o caminho para a paz real será longo, os irmãos e as irmãs dominicanas estão a capacitar as pessoas para se tornarem agentes de desenvolvimento sustentável e da paz”, explica o mestre geral, recordando que o mês da paz coincidiu com as “tão esperadas” eleições gerais a 30 de dezembro de 2018.

Sobre a situação na Colômbia, o religioso refere que, “infelizmente, a situação continua muito frágil” e os assinala que os dominicanos e dominicanos, “entre muitas outras ações, continuam a desempenhar papel fundamental no fortalecimento Acordo de Paz”, na mediação entre o Governo e a guerrilha, no “apoio às famílias vítimas dos massacres”, “numa cultura de respeito pelos direitos humanos”.

Neste momento a Ordem dos Pregadores está reunida em Capítulo Geral eletivo, até ao dia 4 de agosto, em Biên Hòa, no Vietname.

De Portugal, participam frei José Nunes e frei Filipe Rodrigues, e este sábado, 13 de julho, os capitulares vão escolher o seu novo Mestre Geral para um mandato de nove anos.

CB