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Dez
1
Dom
Vida Consagrada: Ordem dos Pregadores dedica «mês da Paz» à Índia
Dez 1 2019_Jan 1 2020 todo o dia

Do primeiro Domingo do Advento ao Dia Mundial da Paz

Roma, 12 jul 2019 (Ecclesia) – O mestre da Ordem dos Pregadores convida a concentrar as atenções do ‘Mês Dominicano da Paz’ 2019, com “um foco particular na paz em relação à juventude”, com quem “muitos” religiosos trabalham, após o Sínodo dos Bispos 2018.

“Enquanto as formas de violência prevalecem em tantos níveis na vasta e complexa sociedade indiana, o foco será combater a violência, sob a forma de privação e abuso, contra crianças, mulheres e ‘tribais’ (povos indígenas), lutas em que muitos Dominicanos estão presentes”, explica frei Bruno Cadoré.

Na mensagem às comunidades, o mestre geral dos Pregadores informa que vão “concentrar a atenção” em dois projetos da ordem religiosa: O projeto Dominicano Bloom para crianças de rua em Nagpur e o projeto da Família Dominicana que treina “a abordar o abuso sexual infantil”.

O ‘Mês Dominicano da Paz’ 2019, que vai dedicar a “atenção à Índia” vai começar no primeiro domingo do Advento, dia 1 de dezembro, e termina no Dia Mundial da Paz, a 1 de janeiro de 2020.

Em setembro ou outubro, acrescenta, vão ser partilhadas “mais informações e materiais” sobre a Índia e sobre os Dominicanos neste país para “ajudá-los com conteúdo para oração, pregação, consciencialização e atividades; É pedido às comunidades que nomeiem um coordenador para este mês do pacificador, a programação de um programa e a partilha de “ideias sobre maneiras úteis e criativas de destacar essa abordagem”.

Frei Bruno Cadoré contextualiza que a ideia desta iniciativa foi gerada para “promover a solidariedade dominicana” a nível global, com os irmãos e irmãs que estão a tentar “trazer esperança em situações de violência e guerra”.

Os Dominicanos centraram os esforços do seu mês da paz em 2017 na Colômbia, América Latina, “onde após 50 anos de guerra civil um acordo de paz ofereceu novas esperanças”, e no ano passado na República Democrática do Congo, África, “um país que vive há décadas guerras devastadoras com contínuos massacres e violações dos direitos humanos”.

“Os desafios na RDC ainda são enormes e o caminho para a paz real será longo, os irmãos e as irmãs dominicanas estão a capacitar as pessoas para se tornarem agentes de desenvolvimento sustentável e da paz”, explica o mestre geral, recordando que o mês da paz coincidiu com as “tão esperadas” eleições gerais a 30 de dezembro de 2018.

Sobre a situação na Colômbia, o religioso refere que, “infelizmente, a situação continua muito frágil” e os assinala que os dominicanos e dominicanos, “entre muitas outras ações, continuam a desempenhar papel fundamental no fortalecimento Acordo de Paz”, na mediação entre o Governo e a guerrilha, no “apoio às famílias vítimas dos massacres”, “numa cultura de respeito pelos direitos humanos”.

Neste momento a Ordem dos Pregadores está reunida em Capítulo Geral eletivo, até ao dia 4 de agosto, em Biên Hòa, no Vietname.

De Portugal, participam frei José Nunes e frei Filipe Rodrigues, e este sábado, 13 de julho, os capitulares vão escolher o seu novo Mestre Geral para um mandato de nove anos.

CB

Dez
19
Qui
Coimbra: Livro «Duzentos e setenta e um» assinala 271 anos do Seminário com momentos do presente
Dez 19@20:00

Obra com 34 fotografias mostra o «coração da diocese» num «processo de requalificação»

Coimbra, 14 dez 2019 (Ecclesia) – O Seminário Maior de Coimbra vai apresentar o livro “Duzentos e setenta um”, para assinalar os 271 do lançamento da primeira pedra da construção da casa, com fotografias que mostram o seminário na atualidade a ganhar «novas configurações.

“Trata-se de um registo fotográfico de Hugo Costa Marques com 34 fotos. Um fotógrafo que convidámos a ‘viver’ connosco durante alguns meses, a conhecer a nossa realidade. Quisemos ser vistos por um olhar diferente, uma objetiva que não fosse a nossa”, afirma o reitor do Seminário Maior de Coimbra.

O padre Nuno Santos refere também que as fotos são comentadas “por pessoas que cruzam estes espaços diariamente”, onde realizam “atividades da pastoral”.

Para o reitor do Seminário de Coimbra, a obra oferece uma “pequena viagem visual relida por quem arriscou ‘comentar’ cada foto”, unindo “o espaço à espiritualidade, a foto à vida, a casa à identidade, a terra ao céu”, e de uma forma breve, uma “espécie de tweet”.

Para o padre Nuno Santos, o livro “Duzentos e setenta e um” é uma “oportunidade para registar um momento desta casa, um ‘presente’, espaços que entretanto irão ganhar novas configurações”.

“Queremos neste registo deixar transparecer a vida que se vive hoje neste casa, a luz que entra por estas janelas, o silêncio que se ouve nestes corredores, a beleza que se descobre a cada esquina, a música que dá vida a este espaço, a riqueza cultural e espiritual que suporta este edifício, a fé que alimenta e que marca todo este ritmo”, afirma o reitor do seminário na introdução à obra.

No texto que apresenta as 34 fotografias e suas legendas, para assinalar o lançamento da primeira pedra da casa, que aconteceu no dia 16 de julho de 1748, o padre Nuno Santos sublinha que, 271 anos depois, estão “muito empenhados no processo de requalificação” do Seminário Maior de Coimbra

“Animados pelo desafio e entusiasmo do nosso Bispo, D. Virgílio Antunes, queremos melhorar as condições existentes para continuarmos a cumprir a nossa missão de ‘coração da Diocese’, de lugar de discernimento vocacional, de espaço de formação espiritual e teológica, de lugar de acolhimento para quem ‘passa’ e quer encontrar-se com Deus”, acrescenta o reitor do Seminário de Coimbra.

O livro-fotografia vai ser apresentado no dia 19 de dezembro, quinta-feira, no Seminário Maior de Coimbra, pelas 20h00, durante o jantar de Natal; a edição terá 500 exemplares e pode ser adquirida essencialmente no Seminário, presencialmente ou encomendando.

PR

Dez
23
Seg
Funchal: Cardeal José Tolentino Mendonça vai receber Medalha de Mérito da Região Autónoma da Madeira
Dez 23@11:00_12:00

Condecoração vai ser entregue a 23 de dezembro no salão nobre da Assembleia Legislativa da Madeira

Funchal, Madeira, 20 nov 2019 (Ecclesia) – O cardeal D. José Tolentino Mendonça vai receber, dia 23 de dezembro, a Medalha de Mérito da Região Autónoma da Madeira.

A atribuição da medalha de mérito pelo parlamento madeirense, na sessão solene agendada para as 11 da manhã, no salão nobre da Assembleia Legislativa da Madeira, “é o reconhecimento do percurso de vida do Cardeal, poeta e professor”, nascido em dezembro de 1965, em Machico, realça uma nota enviada à Agência ECCLESIA.

D. José Tolentino Mendonça referiu que se “sente muito pequeno perante o significado desta condecoração” que recebe “com a humilde consciência de que tantos outros” concidadãos “provavelmente a mereciam mais”, sublinha o galardoado na mensagem que foi lida na abertura dos trabalhos parlamentares, pelo presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, José Manuel Rodrigues.

“Orgulho-me muito de ser madeirense, mas sei – e esta condecoração só o reforça – que a dívida de gratidão está sobretudo do meu lado”, realça D. José Tolentino Mendonça.

O cardeal D. José Tolentino Mendonça é autor de numerosos livros pelos quais ficou conhecido nos mais diversos quadrantes sociais.

Atualmente é arquivista nos Arquivo Apostólico do Vaticano e bibliotecário da Biblioteca Apostólica, iniciou os estudos em Teologia em 1982 e foi ordenado padre em 1990.

Estudou Ciências Bíblicas em Roma e foi professor e vice-reitor da Universidade Católica Portuguesa, a instituição onde fez o doutoramento em Teologia Bíblica.

D. José Tolentino Mendonça, que a 15 de dezembro faz 54 anos, é o segundo membro mais jovem do colégio cardinalício, após o cardeal de Bangui (República Centro-Africana), Dieudonné Nzapalainga, de 52 anos.

Entre funções eclesiásticas e académicas publicou numerosos livros nas áreas da poesia, ensaio e teatro e colaborou em outras obras como tradutor e organizador.

O cardeal já foi agraciado com duas comendas, a comenda da Ordem do Infante D. Henrique e a comenda da Ordem Militar de Sant´Iago de Espada, a que junta agora a Medalha de Mérito da Região Autónoma da Madeira.

D. José Tolentino Mendonça é a sétima entidade a ser distinguida com a Medalha de Mérito que já foi atribuída ao bispo D. Francisco Santana, em 1982, ao fundador do PSD Francisco Sá Carneiro em 1982, ao primeiro presidente do Governo Regional da Madeira Jaime Ornelas Camacho em 2001, ao primeiro presidente da Assembleia Legislativa da Madeira Emanuel Rodrigues em 2001, ao futebolista internacional português Cristiano Ronaldo em 2014 e ao antigo presidente do Governo Regional da Madeira Alberto João Jardim em 2018.

A medalha de mérito da Região Autónoma da Madeira destina-se a galardoar as entidades singulares ou coletivas, públicas ou privadas, nacionais ou estrangeiras, em vida ou a título póstumo, que tenham prestado assinaláveis serviços à região ou que, por qualquer outro motivo, a região entenda dever distinguir.

LFS

Fev
27
Qui
Braga: Portugal vai ter nova Basílica
Fev 27@12:00_13:00

Santuário de São Torcato recebeu distinção, por decisão do Papa

Braga, 05 nov 2019 (Ecclesia) – A Arquidiocese de Braga anunciou que o Santuário de São Torcato vai ser elevado a “basílica menor”, por decisão do Papa Francisco, numa cerimónia marcada para 27 de fevereiro de 2020.

O santuário localiza-se perto de Guimarães, na vila de São Torcato.

“Rico em tradições, os fiéis deste santuário prestam particular devoção a S. Torcato, cujo corpo se conserva até aos nossos dias incorrupto. Arquitetonicamente é um edifício majestoso, imponente e devidamente preparado, incluindo a nível pastoral, para receber esta dignidade. São mais de 750 mil os peregrinos e fiéis que acorrem a este centro de culto”, referiu o arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga, na carta que enviou ao Vaticano, solicitando esta distinção.

O arcebispo primaz apontou ainda o esforço da Irmandade em acolher todos os peregrinos, incluindo aqueles que têm a sua mobilidade condicionada.

“A elevação a basílica menor, mais do que uma dignidade, será um estímulo e uma responsabilização a tornar este santuário um espaço acolhedor, fraterno, um espaço de espiritualidade onde é possível um encontro com Cristo mediante a oração, a eucaristia e a reconciliação. Será, para toda a Arquidiocese, um compromisso com a nova evangelização e com o espírito inclusivo do nosso Santo Padre, o Papa Francisco”, indicava D. Jorge Ortiga.

Na Igreja Católica há “basílicas maiores” e “basílicas menores”; a palavra basílica, com origem nos termos gregos ‘basileus’ (rei) e ‘basilikos’ (real), era utilizada na Roma antiga para designar grandes edifícios de reunião.

OC