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Ago
31
Sáb
Leiria: Segunda edição da academia coral de verão
Ago 31_Set 8 todo o dia

Iniciativa vai decorrer no seminário da cidade de 31 de agosto a 8 de setembro

Leiria, 10 jul 2019 (Ecclesia) – A segunda edição da Academia Coral de verão da Diocese de Leiria-Fátima vai decorrer no seminário daquela cidade, de 31 de agosto a 8 de setembro.

A primeira edição foi “um sucesso” – contou com cerca de 40 participantes – e a segunda edição pretende que os interessados possam aprofundar os seus conhecimentos musicais, lê-se numa nota enviada à Agência ECCLESIA.

A iniciativa está a ser organizada pela Academia Coral Mezzo e disponibiliza três cursos: dois de direção coral (1º e 2º níveis) e um de técnica vocal.

Para estas formações, a Academia conta com Paulo Lourenço e Fátima Nunes para os curso de direção coral, e Manuel Rebelo para o de técnica vocal.

Joana Vieira é a pianista que acompanhará os formadores.

De acordo com o padre Sérgio Henriques, diretor do Departamento de Liturgia da Diocese de Leiria-Fátima, “trata-se de ótima oportunidade para a obtenção de conhecimentos musicais ministrados por reconhecidos mestres nacionais”, por isso, para além da divulgação destes cursos nas paróquias da diocese, incentiva os respetivos conselhos económicos a comparticipar financeiramente “pois trata-se de valorização paroquial”.

O Concílio Vaticano II na constituição sobre a liturgia (SC 14) diz que esta é “a primeira e necessária fonte onde os fiéis hão-de beber o espírito genuinamente cristão”.

LFS

Igreja: Jesuítas promovem um «labOratório» para criar «boa música para a liturgia» (c/vídeo)
Ago 31@16:57

Composições de Alfredo Teixeira, Fernando Lapa, João Madureira, Sérgio Peixoto vão ser ensinadas durante uma semana

Lisboa, 01 jul 2019 (Ecclesia) – A Companhia de Jesus vai dinamizar um “LabOratório” para promover a criação de “boa música para a liturgia” e ensinar a compor, cantar, tocar e a dirigir um coro.

“Esta proposta surge da necessidade de criar boa música para a liturgia e da importância que a música tem na liturgia”, disse o padre Duarte Rosado, um dos jesuítas que coordenam esta iniciativa, em entrevista à Agência ECCLESIA.

Após a realização do primeiro “labOratório” em 2017, os promotores desta experiência pensaram em realizar uma em 2019, “um pouco mais substancial”, propondo diferentes estilos de música de acordo com os “contextos” a que se destinam.

“Para contextos diferentes serve um tipo de música diferente”, lembrou o sacerdote jesuíta, referindo a “tensão difícil” que sempre existe entre “fazer coisas muito bonitas e bem cantadas” e que “sirvam para todos cantarem”.

O projeto “labOratório” resulta da proposta de criar música num ambiente de “laboratório”, feito em contexto de “oratório”, a partir “experiência de oração e da vida em comunidade”.

A edição 2019 vai iniciar no dia 31 de agosto, tem a duração de uma semana e vai propor um programa de formação em quatro vertentes:  o “labCanta” (para cantores), “labToca” (para instrumentistas), “labCria” (para compositores), “labMaestro” (para diretores de coro).

Mariana Viana Baptista participou na edição do “labOratório” em 2017 e afirmou à Agência ECCLESIA que a experiência ajudou “perceber a música como ferramenta para expressar a fé” e a compreender melhor os vários momentos da Missa.

A estudante universitária e colaboradora da pastoral na Companhia de Jesus valorizou também o “espírito de comunidade”, com “pessoas muito diferentes”, em que decorre o “labOratório”, onde se encontram “músicos profissionais outros que não sabem olhar para uma partitura”.

A edição 2019 do “labOratório” decorre no Convento de São Domingos, em Lisboa, e vão ser ensinadas composições de Alfredo Teixeira, Fernando Lapa, João Madureira e Sérgio Peixoto, entre outros.

No fim de uma semana do “labOratório”, o resultado da aprendizagem é divulgado pela gravação das várias músicas, como aconteceu com a edição de 2017.

PR

Dez
1
Dom
Beja: Diocese vai celebrar 250 anos da sua restauração
Dez 1 todo o dia

Programa das comemorações é apresentado esta quarta-feira, 10 de julho

Beja, 08 jul 2019 (Ecclesia) – A diocese de Beja prepara-se para a celebração dos 250 anos da sua restauração, reconhecendo uma “história difícil e dramática” mas que importa assinalar junto do povo que “deseja e precisa da mãe Igreja”.

“A Igreja sempre foi mãe, neste novo contexto sublinha a dimensão da maternidade, porque as pessoas no fundo, desejam e precisam dessa maternidade. Estas festividades poderão ajudar nesse sentido”, explica à Agência ECCLESIA D. João Marcos, bispo diocesano desde 2016, que fará a apresentação pública das comemorações na tarde do dia 10.

“Estamos num tempo novo, de término e início de outras. Vamos devagarinho, mas há vida, há festa”, sublinha, recordando uma nota escrita aos diocesanos onde convida “diocesanos e não diocesanos” para um programa de celebração, com início marcado para 1 de dezembro e encerramento a 22 de novembro de 2020.

Para contar a história da diocese estará patente uma exposição, na pousada de São Francisco, desde 1 de março a 9 de maio, que será objeto de visita dos seis arciprestados de Beja.

A par da exposição, estão previstas conferências com convidados que falarão da história mas também do futuro da diocese, a última a cargo do Arcebispo de Évora, D. Senra Coelho, sobre «Como olhar hoje e que lição tirar dos fatores e circunstâncias culturais, sociais, políticas e religiosas explicativas da descristianização do Alentejo no passado?»

Reconhece D. João Marcos a raiz católica de muitos diocesanos mas, afirma, “a semente não germinou”.

“A maioria das pessoas reconhece-se católica e foi batizada, apesar de essa semente não ter germinado. Esse é o problema deste Portugal que temos hoje, dos católicos portugueses que somos e desta diocese”, lamenta.

O bispo titular desde 2016 acredita que conhecer a história da diocese irá ajudar os cristãos a um relacionamento e prática mais assídua, contando para isso com a publicação, “em setembro”, de um livro da autoria do padre Luís Taborda, pároco de Castro Verde, e o cónego António Aparício.

O próximo ano vai ainda ser marcado pela oração.

“A diocese é convidada a praticar a oração: nas laudes, vésperas, antes das refeições, orações em família. Vemos que o ir à missa é o único momento de oração dos que praticam e é muito pouco”, lamento o responsável.

Numa carta dirigida aos diocesanos, D. João Marcos aponta a diocese como um terreno a ser “semeado”.

“A diocese é hoje um grande terreno que precisa de ser lavrado e semeado para produzir uma seara nova. Estas festas dos 250 anos da restauração da diocese deverão marcar o início desse tempo novo”, afirma.

LS