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Vaticano: Papa visita Moçambique sob o lema da paz e reconciliação
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Cidade do Vaticano, 27 mar 2019 (Ecclesia) – O Vaticano anunciou hoje que o Papa Francisco vai visitar Moçambique, Madagáscar e Maurícias de 4 a 10 de setembro, com passagens pelas cidades de Maputo, Antananarivo e Port Louis.

A sala de imprensa da Santa Sé refere que o programa da viagem “vai ser publicada em tempo oportuno”.

Já o presidente da Conferência Episcopal Moçambicana, D. Lúcio Muandula, bispo de Xai-Xai, anunciou que a visita ao país lusófono vai decorrer de 4 a 6 de setembro e explicou que os bispos católicos convidaram o Papa em novembro de 2016.

“Acolhemos com muito agrado o anúncio oficial da visita”, declarou, falando num gesto de “proximidade” num momento em que grande parte das populações das províncias do centro do país sentem ainda os efeitos do ciclone «Idai», precisando de “muito apoio e conforto”.

LFS

Vaticano: Papa vai visitar Moçambique, sob o lema da paz e reconciliação

Dez
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Dom
Vida Consagrada: Ordem dos Pregadores dedica «mês da Paz» à Índia
Dez 1 2019_Jan 1 2020 todo o dia

Do primeiro Domingo do Advento ao Dia Mundial da Paz

Roma, 12 jul 2019 (Ecclesia) – O mestre da Ordem dos Pregadores convida a concentrar as atenções do ‘Mês Dominicano da Paz’ 2019, com “um foco particular na paz em relação à juventude”, com quem “muitos” religiosos trabalham, após o Sínodo dos Bispos 2018.

“Enquanto as formas de violência prevalecem em tantos níveis na vasta e complexa sociedade indiana, o foco será combater a violência, sob a forma de privação e abuso, contra crianças, mulheres e ‘tribais’ (povos indígenas), lutas em que muitos Dominicanos estão presentes”, explica frei Bruno Cadoré.

Na mensagem às comunidades, o mestre geral dos Pregadores informa que vão “concentrar a atenção” em dois projetos da ordem religiosa: O projeto Dominicano Bloom para crianças de rua em Nagpur e o projeto da Família Dominicana que treina “a abordar o abuso sexual infantil”.

O ‘Mês Dominicano da Paz’ 2019, que vai dedicar a “atenção à Índia” vai começar no primeiro domingo do Advento, dia 1 de dezembro, e termina no Dia Mundial da Paz, a 1 de janeiro de 2020.

Em setembro ou outubro, acrescenta, vão ser partilhadas “mais informações e materiais” sobre a Índia e sobre os Dominicanos neste país para “ajudá-los com conteúdo para oração, pregação, consciencialização e atividades; É pedido às comunidades que nomeiem um coordenador para este mês do pacificador, a programação de um programa e a partilha de “ideias sobre maneiras úteis e criativas de destacar essa abordagem”.

Frei Bruno Cadoré contextualiza que a ideia desta iniciativa foi gerada para “promover a solidariedade dominicana” a nível global, com os irmãos e irmãs que estão a tentar “trazer esperança em situações de violência e guerra”.

Os Dominicanos centraram os esforços do seu mês da paz em 2017 na Colômbia, América Latina, “onde após 50 anos de guerra civil um acordo de paz ofereceu novas esperanças”, e no ano passado na República Democrática do Congo, África, “um país que vive há décadas guerras devastadoras com contínuos massacres e violações dos direitos humanos”.

“Os desafios na RDC ainda são enormes e o caminho para a paz real será longo, os irmãos e as irmãs dominicanas estão a capacitar as pessoas para se tornarem agentes de desenvolvimento sustentável e da paz”, explica o mestre geral, recordando que o mês da paz coincidiu com as “tão esperadas” eleições gerais a 30 de dezembro de 2018.

Sobre a situação na Colômbia, o religioso refere que, “infelizmente, a situação continua muito frágil” e os assinala que os dominicanos e dominicanos, “entre muitas outras ações, continuam a desempenhar papel fundamental no fortalecimento Acordo de Paz”, na mediação entre o Governo e a guerrilha, no “apoio às famílias vítimas dos massacres”, “numa cultura de respeito pelos direitos humanos”.

Neste momento a Ordem dos Pregadores está reunida em Capítulo Geral eletivo, até ao dia 4 de agosto, em Biên Hòa, no Vietname.

De Portugal, participam frei José Nunes e frei Filipe Rodrigues, e este sábado, 13 de julho, os capitulares vão escolher o seu novo Mestre Geral para um mandato de nove anos.

CB