Calendário

[wcp-carousel id=”90845″]

Jul
8
Seg
Lisboa: Missionário apresenta livro que tem como objetivo o apoio a Moçambique
Jul 8@17:00_19:00

Foto: O padre Carlos Jacob trabalhou durante 13 anos como missionário em Moçambique, AE/JCP

Lisboa, 06 jul 2019 (Ecclesia) – O padre Carlos Jacob, dos Missionários de São João Batista, vai apresentar esta segunda-feira em Lisboa o livro ‘Missão em África: Lançar sementes, colher sorrisos’, cuja venda reverte a favor do trabalho da congregação em Moçambique e mais concretamente das vítimas dos ciclones naquele país

O lançamento deste projeto, que conta com o patrocínio da Caixa Geral de Depósitos, está marcado para as 17h00 no salão nobre (Sala D. Luís) das instalações do Edifício Sede da CGD, em Lisboa

O autor, o padre português Carlos Jacob, de 59 anos, integra a congregação dos Missionários de São João Batista, que está presente em Portugal mas também em outros países como é o caso de Moçambique, onde aquele sacerdote tem colaborado em várias missões.

Nos últimos meses, as atenções têm estado voltadas para a tragédia que atingiu aquele país lusófono há cerca de um mês, com a passagem do ciclone Idai, que provocou mais de 600 mortos, 70 mil desalojados e deixou pelo menos de 350 mil  em risco de vida.

Pouco tempo depois, o mesmo território foi atingido por um novo furação, batizado como Kenneth, que levou nova vaga de destruição ao país lusófono, embora felizmente em menor escala.

Fundada em 1948 na Alemanha, a congregação dos Missionários de São João Batista dedica-se ao apoio dos mais pobres e desfavorecidos e ao aprofundamento e anúncio da fé cristã junto das comunidades.

Na sessão de apresentação do livro ‘Missão em África: Lançar sementes, colher sorrisos’, do padre Carlos Jacob, nas instalações do Edifício Sede da CGD em Lisboa, estarão entre outras figuras o presidente da Cáritas Portuguesa, Eugénio Fonseca; Joana Clemente, da HELPO, Carlos Almeida, da HELPO Moçambique; Alfredo Filipe, da Câmara de Comércio Brasil-Portugal, e Paulo Moita de Macedo, da Caixa Geral de Depósitos.

JCP

Nov
1
Sex
Angra: Paróquia da Lagoa organiza «Pão por Deus» com mais de 200 crianças
Nov 1 todo o dia

#HolyWins2019 desafia catequese do primeiro ao sexto ano, no Dia de Todos os Santos

Angra do Heroísmo, Açores, 31 out 2019 (Ecclesia) – A Paróquia de Santa Cruz da Lagoa, na Diocese de Angra, quer manter a tradição do ‘Pão por Deus’ com mais de 200 crianças que frequentam a catequese, do primeiro ao sexto ano, no dia 1 de novembro.

“É uma nova maneira de atrair as crianças e jovens para uma tradição que é tão cara aos açorianos”, disse o pároco ao sítio ‘Igreja Açores’.

‘#HolyWins2019 – Escolho a Santidade, porque a morte foi vencida!’ é o tema que convida as crianças a irem vestidas como o santo da sua devoção, para receber o Pão Por Deus na Missa das 11h30, esta sexta-feira, Dia de Todos os Santos, na Paróquia de Santa Cruz, na Ouvidoria (arciprestado) da Lagoa, em São Miguel.

“Foi entregue, na última sessão de catequese, um saco de papel, para eles pintarem a seu gosto para no final da celebração colocarem o pão que irão receber pela alma dos nossos defuntos”, adiantou o padre Nuno Maiato.

O pároco revela que não tem “grande expetativa”, porque é o primeiro ano que promove esta iniciativa, mas destaca que “a adesão no momento da interpelação foi boa”.

O sítio online de informação da Diocese de Angra contextualiza que, a tradição do ‘Pão Por Deus’ “continua muito viva nos Açores”, impulsionada sobretudo pelas escolas católicas e por algumas paróquias que organizam atividades, como o #HolyWins2019, “apesar de se estar a perder nalgumas ilhas”.

A tradição do Pão Por Deus remonta a 1756, um ano depois do sismo que devastou Lisboa. A pobreza que atingia a capital agravou-se com a destruição provocada pelo abalo de terra e um ano depois os lisboetas saíram à rua para pedirem Pão por Deus para “matar” a fome.

Nas décadas de 60 e 70, por imposição da ditadura do Estado Novo, o Pão Por Deus só podia ser pedido por crianças, menores de 10 anos e, apenas, até ao meio dia.

Pão, frutos secos e agora guloseimas é o que costuma ser pedido pelos mais novos que, inclusivamente, se arranjam com sacos bem decorados para irem para a rua pedir.

CB