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Direitos Humanos: Roma acolhe a assembleia geral da Talitha Kum
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DR

Roma, 16 set 2019 (Ecclesia) – A capital italiana, Roma, acolhe, de 21 a 27 de setembro, a assembleia geral da Talitha Kum (Rede Internacional da Vida Consagrada para a erradicação do Trafico de Pessoas).

O objetivo desta magna assembleia é a celebração do 10º aniversário da sua fundação, subordinada ao tema «Together against Trafficking in Persons» e participará nesta reunião uma representante de cada rede nacional, lê-se numa nota enviada à Agência ECCLESIA.

Entre as várias atividades e celebrações que ocorrem durante esta assembleia, destaca-se uma missa de ação de graças, no dia 21, na Basílica de S. Pedro, presidida pelo Cardeal Peter Turkson e a audiência, dia 26 deste mês, com o Papa Francisco.

No dia 27, na sede da UISG (União Internacional das Superioras Gerais) vai ser apresentado e divulgado o documento final da assembleia, “no qual ficará plasmado a partilha das realidades nacionais, regionais e continentais”, em base às reflexões das diferentes redes, pondo em relevo as questões emergentes do fenómeno do tráfico humano.

A Rede Talitha Kum foi por criada pela UISG, no ano de 2009, com o objetivo de coordenar e reforçar as atividades contra o tráfico de pessoas, promovidas pelas redes de outros países nos cinco continentes, respeitando os diversos contextos, realidades e culturas.

A nível internacional, a Rede Talitha Kum agrega 80 redes em 140 países.

Portugal integra a Rede Talitha Kum através da Rede CAVITP (Comissão de Apoio a Vitimas do Trafico de Pessoas), criada pela CIRP (Conferencia dos Institutos Religiosos de Portugal) em 2007.

Ao longo destes anos, a CAVITP tem organizado jornadas de formação sobre a temática do tráfico de pessoas para exploração, sexual e/ou laboral, orientadas pelo formador internacional italiano, Stefano Volpicelli, com o apoio da CIRP, da OIM e de outras entidades.

LFS

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Igreja/Europa: Assembleia plenária do conselho das conferências episcopais europeias
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Santiago de Compostela, Espanha, 10 set 2019 (Ecclesia) – A assembleia plenária do Conselho das Conferências Episcopais da Europa (CCEE) realiza-se, de 03 a 06 de outubro, em Santiago de Compostela, Espanha, e tem como tema «Europa, hora de acordar? Os sinais de esperança».

Este encontro, presidido pelo cardeal Angelo Bagnasco, presidente da CCEE, conta também com a presença D. Júlian Barrio, arcebispo de Santiago de Compostela; o cardeal Marc Ouellet, prefeito da Congregação dos Bispos e o cardeal Ricardo Blázquez Pérez, presidente da conferência episcopal espanhola, realça uma nota enviada à Agência ECCLESIA.

Ao longo dos dias, os participantes vão refletir sobre os caminhos da Europa.

LFS

Dez
1
Dom
Vida Consagrada: Ordem dos Pregadores dedica «mês da Paz» à Índia
Dez 1 2019_Jan 1 2020 todo o dia

Do primeiro Domingo do Advento ao Dia Mundial da Paz

Roma, 12 jul 2019 (Ecclesia) – O mestre da Ordem dos Pregadores convida a concentrar as atenções do ‘Mês Dominicano da Paz’ 2019, com “um foco particular na paz em relação à juventude”, com quem “muitos” religiosos trabalham, após o Sínodo dos Bispos 2018.

“Enquanto as formas de violência prevalecem em tantos níveis na vasta e complexa sociedade indiana, o foco será combater a violência, sob a forma de privação e abuso, contra crianças, mulheres e ‘tribais’ (povos indígenas), lutas em que muitos Dominicanos estão presentes”, explica frei Bruno Cadoré.

Na mensagem às comunidades, o mestre geral dos Pregadores informa que vão “concentrar a atenção” em dois projetos da ordem religiosa: O projeto Dominicano Bloom para crianças de rua em Nagpur e o projeto da Família Dominicana que treina “a abordar o abuso sexual infantil”.

O ‘Mês Dominicano da Paz’ 2019, que vai dedicar a “atenção à Índia” vai começar no primeiro domingo do Advento, dia 1 de dezembro, e termina no Dia Mundial da Paz, a 1 de janeiro de 2020.

Em setembro ou outubro, acrescenta, vão ser partilhadas “mais informações e materiais” sobre a Índia e sobre os Dominicanos neste país para “ajudá-los com conteúdo para oração, pregação, consciencialização e atividades; É pedido às comunidades que nomeiem um coordenador para este mês do pacificador, a programação de um programa e a partilha de “ideias sobre maneiras úteis e criativas de destacar essa abordagem”.

Frei Bruno Cadoré contextualiza que a ideia desta iniciativa foi gerada para “promover a solidariedade dominicana” a nível global, com os irmãos e irmãs que estão a tentar “trazer esperança em situações de violência e guerra”.

Os Dominicanos centraram os esforços do seu mês da paz em 2017 na Colômbia, América Latina, “onde após 50 anos de guerra civil um acordo de paz ofereceu novas esperanças”, e no ano passado na República Democrática do Congo, África, “um país que vive há décadas guerras devastadoras com contínuos massacres e violações dos direitos humanos”.

“Os desafios na RDC ainda são enormes e o caminho para a paz real será longo, os irmãos e as irmãs dominicanas estão a capacitar as pessoas para se tornarem agentes de desenvolvimento sustentável e da paz”, explica o mestre geral, recordando que o mês da paz coincidiu com as “tão esperadas” eleições gerais a 30 de dezembro de 2018.

Sobre a situação na Colômbia, o religioso refere que, “infelizmente, a situação continua muito frágil” e os assinala que os dominicanos e dominicanos, “entre muitas outras ações, continuam a desempenhar papel fundamental no fortalecimento Acordo de Paz”, na mediação entre o Governo e a guerrilha, no “apoio às famílias vítimas dos massacres”, “numa cultura de respeito pelos direitos humanos”.

Neste momento a Ordem dos Pregadores está reunida em Capítulo Geral eletivo, até ao dia 4 de agosto, em Biên Hòa, no Vietname.

De Portugal, participam frei José Nunes e frei Filipe Rodrigues, e este sábado, 13 de julho, os capitulares vão escolher o seu novo Mestre Geral para um mandato de nove anos.

CB