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Set
20
Sex
Evangelização: Algarve acolhe «Pequena Fraternidade Provisória» de Taizé
Set 20@19:00

Faro, 06 set 2019 (Ecclesia) – A Diocese do Algarve está a acolher, desde o passado dia 30 de agosto, a segunda “Pequena Fraternidade Provisória” da Comunidade Ecuménica de Taizé.

Maria Fischhaber e Lisa Schmid, duas jovens alemãs, foram recebidas na paróquia da Mexilhoeira Grande onde vão ficar, respetivamente, até aos dias 21 e 30 deste mês, refere o jornal «Folha do Domingo».

A experiência tinha sido realizada pela primeira vez no Algarve no início de 2018, com a vinda de três jovens também alemãs para realizar trabalho pastoral e social que ficaram alojadas na casa das Missionárias da Caridade, popularmente conhecidas como Irmãs de Calcutá.

Esta sexta-feira, 06 de setembro, será realizada na igreja da Mexilhoeira Grande uma oração às 19h00, mas a principal vigília de oração decorrerá no dia 20 deste mês, às 21h, na mesma igreja.

As «Pequenas Fraternidades Provisórias» são um projeto da comunidade ecuménica francesa, a cerca de 390 quilómetros a sudeste de Paris, coordenado pelo irmão Léo, que desde 2014 propõe a jovens a vida comunitária, durante algumas semanas, no coração de uma aldeia ou de um bairro urbano para que possam dar testemunho do evangelho e partilhar as “alegrias e tristezas dos seus habitantes”.

O dia-a-dia é ritmado por três orações comunitárias, trabalho pastoral e social com as comunidades cristãs locais, visitas a pessoas isoladas ou em situação de sofrimento, animação de orações abertas a todos e encontros com jovens.

A Comunidade Ecuménica de Taizé foi fundada em 1940, em plena Segunda Guerra Mundial, pelo falecido irmão Roger Schutz com o propósito de “reunir homens que sentissem a necessidade de juntos fazerem comunhão e viverem em paz uma vida simples, partilhando o trabalho e as reflexões das Sagradas Escrituras, caminhando em comunidade à descoberta de Deus revelado aos homens por Jesus Cristo”.

A comunidade de Taizé é hoje constituída por mais de 100 irmãos, de várias nacionalidades e igrejas cristãs, incluindo a católica, recebendo semanalmente a visita de milhares de jovens.

A ligação do Algarve à Comunidade de Taizé remonta à realização do Concílio de Jovens que ali teve lugar na década de 70 do século passado.

As peregrinações do Algarve à comunidade monástica tiveram início desde então e todos os anos há grupos a passar alguns dias em Taizé.

LFS

Set
21
Sáb
Algarve: Diocese apresenta programa Pastoral 2019/2020
Set 21@9:00_13:00

Faro, 18 set 2019 (Ecclesia) – A Diocese do Algarve  vai apresentar o seu programa para 2019/2010, dedicado ao tema ‘Testemunhar o Evangelho da Família’, numa assembleia, a partir das 09h00, deste sábado, na igreja de São Pedro do Mar, em Quarteira.

“Fazer da caridade distintivo da Igreja diocesana, presente nos gestos quotidianos e no testemunho da alegria nascida do encontro pessoal com Cristo”, é o objetivo do programa onde vão olhar para a família, juventude e vocações e vai incidir nas dimensões paroquial, vicarial e diocesana.

A assembleia diocesana começa com a saudação do bispo do Algarve, D. Manuel Neto Quintas, às 09h45, no salão da igreja de São Pedro do Mar, em Quarteira.

Depois, segue-se a conferência ‘Testemunhar o Evangelho da Família – o compromisso e o cuidado das famílias cristãs com a Sociedade’, pela presidente do Banco Alimentar Contra a Fome, Isabel Jonet, e o programa pastoral 2019-2020 é apresentado a partir das 12h00.

O jornal diocesano informa que o encontro para além dos sacerdotes, diáconos e religiosos, o encontro destina-se aos “membros das equipas que dão corpo aos departamentos, secretariados e setores dos serviços diocesanos” e “responsáveis de movimentos, associações” e aos “Conselhos Pastorais Paroquiais de cada paróquia”.

ano pastoral 2019/2020 é o último de um triénio que a Diocese do Algarve vive sobre o tema ‘Anunciar o Evangelho da Família – «edificar a sua casa sobre a rocha»’, desde 2017.

CB/OC

 

Algarve: Programa Pastoral 2019/2020 é apresentado em Assembleia Diocesana

Set
27
Sex
Algarve: Diocese dinamiza testemunhos sobre a Jornada Mundial da Juventude 2019
Set 27@21:00

Faro, 27 fev 2019 (Ecclesia) – Os jovens da Diocese do Algarve que participaram na Jornada Mundial da Juventude (JMJ) no Panamá começam hoje, um mês depois desse encontro, a dar testemunho dessa vivência num périplo mensal por todas as paróquias.

Na informação enviada hoje à Agência ECCLESIA, o ‘Folha do Domingo’ adianta que os participantes algarvios da JMJ 2019 começam “encontros mensais de testemunho” do que foi a sua experiência, um mês após o final do encontro no Panamá.

O primeiro encontro, esta noite, realiza-se na igreja matriz da Paróquia de Vila Real de Santo António, e o jornal diocesano  indica que os encontros vão realizar-se mensalmente, sempre no dia 27, pelas 21h00, até de janeiro de 2020.

O próximo encontro é Olhão (abril), Faro (maio), Quarteira (junho), Loulé (julho), Ferreiras (agosto), Portimão (setembro), Paderne (outubro), Silves (novembro) e Monchique (dezembro), e terminam com um encontro diocesano na Sé de Faro (janeiro 2020).

Os encontros mensais vão ter um momento de ambientação, uma catequese sobre um tema da Doutrina Social da Igreja, um testemunho de um participante na JMJ e por um momento de oração, baseado na vida de um dos oito santos patronos da JMJ, com adoração ao Santíssimo Sacramento.

A JMJ realizou-se pela primeira vez na América Central, mais concretamente na Cidade do Panamá, onde estiveram 25 jovens do Algarve, onde também se contava um casal, de nove paroquias – Silves (9), Paderne (4), Quarteira (3), São Pedro de Faro (2), Ferreiras (3), Portimão (1), Tavira (1), Loulé (1) e Olhão (1) – para além do assistente do Setor Diocesano da Pastoral Juvenil, o padre Nelson Rodrigues, e mais dois sacerdotes, Tiago Veríssimo, pároco de Monchique, e Adelino Ferreira, pároco de Vila Real de Santo António.

O jornal ‘Folha do Domingo’ realça ainda que todos os participantes já deram testemunho da JMJ 2019 em Eucaristias nas suas paróquias de origem após o regresso do Panamá.

‘Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua Palavra’ foi o tema do 34.º encontro mundial de jovens que terminou há um mês, a 27 de janeiro, e foi presidido pelo Papa Francisco.

Na Missa de encerramento do encontro foi anunciado que a próxima edição internacional realiza-se em Portugal, mais concretamente no Patriarcado de Lisboa, em 2022.

Estiveram no Panamá, 300 portugueses de 12 dioceses e de seis congregações e movimentos, seis bispos e 30 voluntários.

As JMJ nasceram por iniciativa de São João Paulo II, após o sucesso do encontro promovido em 1985, em Roma, no Ano Internacional da Juventude; são um acontecimento religioso e cultural que reúne jovens de todo o mundo durante uma semana.

Cada JMJ realiza-se, anualmente, a nível diocesano no Domingo de Ramos, alternando com um encontro internacional a cada dois ou três anos numa grande cidade: em 1987, Buenos Aires (Argentina); em 1989, Santiago de Compostela (Espanha); em 1991, Czestochowa (Polónia); em 1993 em Denver (EUA); em 1995, Manila (Filipinas); em 1997, Paris (França); em 2000, Roma (Itália); em 2002, Toronto (Canadá); em 2005, Colónia (Alemanha); em 2008, Sidney (Austrália); em 2011, Madrid (Espanha); Rio de Janeiro (Brasil), em 2013; e Cracóvia (Polónia), em 2016.

CB

[Notícia atualizada a 1 de março]

Set
28
Sáb
Beja: Ordenação de diácono na Sé
Set 28@10:30

Beja, 10 set 2019 (Ecclesia) – Na Sé de Beja vai ser, dia 28 deste mês, ordenado diácono o candidato ao presbitério Francisco Diogo Costa Molho.

A celebração, pelas 10h30, vai ser presidida por D. João Marcos, bispo de Beja, refere uma nota enviada à Agência ECCLESIA.

Após a Eucaristia será servido o almoço no refeitório do Seminário de Beja.

LFS

Out
27
Dom
Algarve: Diocese dinamiza testemunhos sobre a Jornada Mundial da Juventude 2019
Out 27@21:00

Faro, 27 fev 2019 (Ecclesia) – Os jovens da Diocese do Algarve que participaram na Jornada Mundial da Juventude (JMJ) no Panamá começam hoje, um mês depois desse encontro, a dar testemunho dessa vivência num périplo mensal por todas as paróquias.

Na informação enviada hoje à Agência ECCLESIA, o ‘Folha do Domingo’ adianta que os participantes algarvios da JMJ 2019 começam “encontros mensais de testemunho” do que foi a sua experiência, um mês após o final do encontro no Panamá.

O primeiro encontro, esta noite, realiza-se na igreja matriz da Paróquia de Vila Real de Santo António, e o jornal diocesano  indica que os encontros vão realizar-se mensalmente, sempre no dia 27, pelas 21h00, até de janeiro de 2020.

O próximo encontro é Olhão (abril), Faro (maio), Quarteira (junho), Loulé (julho), Ferreiras (agosto), Portimão (setembro), Paderne (outubro), Silves (novembro) e Monchique (dezembro), e terminam com um encontro diocesano na Sé de Faro (janeiro 2020).

Os encontros mensais vão ter um momento de ambientação, uma catequese sobre um tema da Doutrina Social da Igreja, um testemunho de um participante na JMJ e por um momento de oração, baseado na vida de um dos oito santos patronos da JMJ, com adoração ao Santíssimo Sacramento.

A JMJ realizou-se pela primeira vez na América Central, mais concretamente na Cidade do Panamá, onde estiveram 25 jovens do Algarve, onde também se contava um casal, de nove paroquias – Silves (9), Paderne (4), Quarteira (3), São Pedro de Faro (2), Ferreiras (3), Portimão (1), Tavira (1), Loulé (1) e Olhão (1) – para além do assistente do Setor Diocesano da Pastoral Juvenil, o padre Nelson Rodrigues, e mais dois sacerdotes, Tiago Veríssimo, pároco de Monchique, e Adelino Ferreira, pároco de Vila Real de Santo António.

O jornal ‘Folha do Domingo’ realça ainda que todos os participantes já deram testemunho da JMJ 2019 em Eucaristias nas suas paróquias de origem após o regresso do Panamá.

‘Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua Palavra’ foi o tema do 34.º encontro mundial de jovens que terminou há um mês, a 27 de janeiro, e foi presidido pelo Papa Francisco.

Na Missa de encerramento do encontro foi anunciado que a próxima edição internacional realiza-se em Portugal, mais concretamente no Patriarcado de Lisboa, em 2022.

Estiveram no Panamá, 300 portugueses de 12 dioceses e de seis congregações e movimentos, seis bispos e 30 voluntários.

As JMJ nasceram por iniciativa de São João Paulo II, após o sucesso do encontro promovido em 1985, em Roma, no Ano Internacional da Juventude; são um acontecimento religioso e cultural que reúne jovens de todo o mundo durante uma semana.

Cada JMJ realiza-se, anualmente, a nível diocesano no Domingo de Ramos, alternando com um encontro internacional a cada dois ou três anos numa grande cidade: em 1987, Buenos Aires (Argentina); em 1989, Santiago de Compostela (Espanha); em 1991, Czestochowa (Polónia); em 1993 em Denver (EUA); em 1995, Manila (Filipinas); em 1997, Paris (França); em 2000, Roma (Itália); em 2002, Toronto (Canadá); em 2005, Colónia (Alemanha); em 2008, Sidney (Austrália); em 2011, Madrid (Espanha); Rio de Janeiro (Brasil), em 2013; e Cracóvia (Polónia), em 2016.

CB

[Notícia atualizada a 1 de março]

Nov
27
Qua
Algarve: Diocese dinamiza testemunhos sobre a Jornada Mundial da Juventude 2019
Nov 27@21:00

Faro, 27 fev 2019 (Ecclesia) – Os jovens da Diocese do Algarve que participaram na Jornada Mundial da Juventude (JMJ) no Panamá começam hoje, um mês depois desse encontro, a dar testemunho dessa vivência num périplo mensal por todas as paróquias.

Na informação enviada hoje à Agência ECCLESIA, o ‘Folha do Domingo’ adianta que os participantes algarvios da JMJ 2019 começam “encontros mensais de testemunho” do que foi a sua experiência, um mês após o final do encontro no Panamá.

O primeiro encontro, esta noite, realiza-se na igreja matriz da Paróquia de Vila Real de Santo António, e o jornal diocesano  indica que os encontros vão realizar-se mensalmente, sempre no dia 27, pelas 21h00, até de janeiro de 2020.

O próximo encontro é Olhão (abril), Faro (maio), Quarteira (junho), Loulé (julho), Ferreiras (agosto), Portimão (setembro), Paderne (outubro), Silves (novembro) e Monchique (dezembro), e terminam com um encontro diocesano na Sé de Faro (janeiro 2020).

Os encontros mensais vão ter um momento de ambientação, uma catequese sobre um tema da Doutrina Social da Igreja, um testemunho de um participante na JMJ e por um momento de oração, baseado na vida de um dos oito santos patronos da JMJ, com adoração ao Santíssimo Sacramento.

A JMJ realizou-se pela primeira vez na América Central, mais concretamente na Cidade do Panamá, onde estiveram 25 jovens do Algarve, onde também se contava um casal, de nove paroquias – Silves (9), Paderne (4), Quarteira (3), São Pedro de Faro (2), Ferreiras (3), Portimão (1), Tavira (1), Loulé (1) e Olhão (1) – para além do assistente do Setor Diocesano da Pastoral Juvenil, o padre Nelson Rodrigues, e mais dois sacerdotes, Tiago Veríssimo, pároco de Monchique, e Adelino Ferreira, pároco de Vila Real de Santo António.

O jornal ‘Folha do Domingo’ realça ainda que todos os participantes já deram testemunho da JMJ 2019 em Eucaristias nas suas paróquias de origem após o regresso do Panamá.

‘Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua Palavra’ foi o tema do 34.º encontro mundial de jovens que terminou há um mês, a 27 de janeiro, e foi presidido pelo Papa Francisco.

Na Missa de encerramento do encontro foi anunciado que a próxima edição internacional realiza-se em Portugal, mais concretamente no Patriarcado de Lisboa, em 2022.

Estiveram no Panamá, 300 portugueses de 12 dioceses e de seis congregações e movimentos, seis bispos e 30 voluntários.

As JMJ nasceram por iniciativa de São João Paulo II, após o sucesso do encontro promovido em 1985, em Roma, no Ano Internacional da Juventude; são um acontecimento religioso e cultural que reúne jovens de todo o mundo durante uma semana.

Cada JMJ realiza-se, anualmente, a nível diocesano no Domingo de Ramos, alternando com um encontro internacional a cada dois ou três anos numa grande cidade: em 1987, Buenos Aires (Argentina); em 1989, Santiago de Compostela (Espanha); em 1991, Czestochowa (Polónia); em 1993 em Denver (EUA); em 1995, Manila (Filipinas); em 1997, Paris (França); em 2000, Roma (Itália); em 2002, Toronto (Canadá); em 2005, Colónia (Alemanha); em 2008, Sidney (Austrália); em 2011, Madrid (Espanha); Rio de Janeiro (Brasil), em 2013; e Cracóvia (Polónia), em 2016.

CB

[Notícia atualizada a 1 de março]

Dez
1
Dom
Beja: Diocese vai celebrar 250 anos da sua restauração
Dez 1 todo o dia

Programa das comemorações é apresentado esta quarta-feira, 10 de julho

Beja, 08 jul 2019 (Ecclesia) – A diocese de Beja prepara-se para a celebração dos 250 anos da sua restauração, reconhecendo uma “história difícil e dramática” mas que importa assinalar junto do povo que “deseja e precisa da mãe Igreja”.

“A Igreja sempre foi mãe, neste novo contexto sublinha a dimensão da maternidade, porque as pessoas no fundo, desejam e precisam dessa maternidade. Estas festividades poderão ajudar nesse sentido”, explica à Agência ECCLESIA D. João Marcos, bispo diocesano desde 2016, que fará a apresentação pública das comemorações na tarde do dia 10.

“Estamos num tempo novo, de término e início de outras. Vamos devagarinho, mas há vida, há festa”, sublinha, recordando uma nota escrita aos diocesanos onde convida “diocesanos e não diocesanos” para um programa de celebração, com início marcado para 1 de dezembro e encerramento a 22 de novembro de 2020.

Para contar a história da diocese estará patente uma exposição, na pousada de São Francisco, desde 1 de março a 9 de maio, que será objeto de visita dos seis arciprestados de Beja.

A par da exposição, estão previstas conferências com convidados que falarão da história mas também do futuro da diocese, a última a cargo do Arcebispo de Évora, D. Senra Coelho, sobre «Como olhar hoje e que lição tirar dos fatores e circunstâncias culturais, sociais, políticas e religiosas explicativas da descristianização do Alentejo no passado?»

Reconhece D. João Marcos a raiz católica de muitos diocesanos mas, afirma, “a semente não germinou”.

“A maioria das pessoas reconhece-se católica e foi batizada, apesar de essa semente não ter germinado. Esse é o problema deste Portugal que temos hoje, dos católicos portugueses que somos e desta diocese”, lamenta.

O bispo titular desde 2016 acredita que conhecer a história da diocese irá ajudar os cristãos a um relacionamento e prática mais assídua, contando para isso com a publicação, “em setembro”, de um livro da autoria do padre Luís Taborda, pároco de Castro Verde, e o cónego António Aparício.

O próximo ano vai ainda ser marcado pela oração.

“A diocese é convidada a praticar a oração: nas laudes, vésperas, antes das refeições, orações em família. Vemos que o ir à missa é o único momento de oração dos que praticam e é muito pouco”, lamento o responsável.

Numa carta dirigida aos diocesanos, D. João Marcos aponta a diocese como um terreno a ser “semeado”.

“A diocese é hoje um grande terreno que precisa de ser lavrado e semeado para produzir uma seara nova. Estas festas dos 250 anos da restauração da diocese deverão marcar o início desse tempo novo”, afirma.

LS

Dez
27
Sex
Algarve: Diocese dinamiza testemunhos sobre a Jornada Mundial da Juventude 2019
Dez 27@21:00

Faro, 27 fev 2019 (Ecclesia) – Os jovens da Diocese do Algarve que participaram na Jornada Mundial da Juventude (JMJ) no Panamá começam hoje, um mês depois desse encontro, a dar testemunho dessa vivência num périplo mensal por todas as paróquias.

Na informação enviada hoje à Agência ECCLESIA, o ‘Folha do Domingo’ adianta que os participantes algarvios da JMJ 2019 começam “encontros mensais de testemunho” do que foi a sua experiência, um mês após o final do encontro no Panamá.

O primeiro encontro, esta noite, realiza-se na igreja matriz da Paróquia de Vila Real de Santo António, e o jornal diocesano  indica que os encontros vão realizar-se mensalmente, sempre no dia 27, pelas 21h00, até de janeiro de 2020.

O próximo encontro é Olhão (abril), Faro (maio), Quarteira (junho), Loulé (julho), Ferreiras (agosto), Portimão (setembro), Paderne (outubro), Silves (novembro) e Monchique (dezembro), e terminam com um encontro diocesano na Sé de Faro (janeiro 2020).

Os encontros mensais vão ter um momento de ambientação, uma catequese sobre um tema da Doutrina Social da Igreja, um testemunho de um participante na JMJ e por um momento de oração, baseado na vida de um dos oito santos patronos da JMJ, com adoração ao Santíssimo Sacramento.

A JMJ realizou-se pela primeira vez na América Central, mais concretamente na Cidade do Panamá, onde estiveram 25 jovens do Algarve, onde também se contava um casal, de nove paroquias – Silves (9), Paderne (4), Quarteira (3), São Pedro de Faro (2), Ferreiras (3), Portimão (1), Tavira (1), Loulé (1) e Olhão (1) – para além do assistente do Setor Diocesano da Pastoral Juvenil, o padre Nelson Rodrigues, e mais dois sacerdotes, Tiago Veríssimo, pároco de Monchique, e Adelino Ferreira, pároco de Vila Real de Santo António.

O jornal ‘Folha do Domingo’ realça ainda que todos os participantes já deram testemunho da JMJ 2019 em Eucaristias nas suas paróquias de origem após o regresso do Panamá.

‘Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua Palavra’ foi o tema do 34.º encontro mundial de jovens que terminou há um mês, a 27 de janeiro, e foi presidido pelo Papa Francisco.

Na Missa de encerramento do encontro foi anunciado que a próxima edição internacional realiza-se em Portugal, mais concretamente no Patriarcado de Lisboa, em 2022.

Estiveram no Panamá, 300 portugueses de 12 dioceses e de seis congregações e movimentos, seis bispos e 30 voluntários.

As JMJ nasceram por iniciativa de São João Paulo II, após o sucesso do encontro promovido em 1985, em Roma, no Ano Internacional da Juventude; são um acontecimento religioso e cultural que reúne jovens de todo o mundo durante uma semana.

Cada JMJ realiza-se, anualmente, a nível diocesano no Domingo de Ramos, alternando com um encontro internacional a cada dois ou três anos numa grande cidade: em 1987, Buenos Aires (Argentina); em 1989, Santiago de Compostela (Espanha); em 1991, Czestochowa (Polónia); em 1993 em Denver (EUA); em 1995, Manila (Filipinas); em 1997, Paris (França); em 2000, Roma (Itália); em 2002, Toronto (Canadá); em 2005, Colónia (Alemanha); em 2008, Sidney (Austrália); em 2011, Madrid (Espanha); Rio de Janeiro (Brasil), em 2013; e Cracóvia (Polónia), em 2016.

CB

[Notícia atualizada a 1 de março]

Jan
27
Seg
Algarve: Diocese dinamiza testemunhos sobre a Jornada Mundial da Juventude 2019
Jan 27@21:00

Faro, 27 fev 2019 (Ecclesia) – Os jovens da Diocese do Algarve que participaram na Jornada Mundial da Juventude (JMJ) no Panamá começam hoje, um mês depois desse encontro, a dar testemunho dessa vivência num périplo mensal por todas as paróquias.

Na informação enviada hoje à Agência ECCLESIA, o ‘Folha do Domingo’ adianta que os participantes algarvios da JMJ 2019 começam “encontros mensais de testemunho” do que foi a sua experiência, um mês após o final do encontro no Panamá.

O primeiro encontro, esta noite, realiza-se na igreja matriz da Paróquia de Vila Real de Santo António, e o jornal diocesano  indica que os encontros vão realizar-se mensalmente, sempre no dia 27, pelas 21h00, até de janeiro de 2020.

O próximo encontro é Olhão (abril), Faro (maio), Quarteira (junho), Loulé (julho), Ferreiras (agosto), Portimão (setembro), Paderne (outubro), Silves (novembro) e Monchique (dezembro), e terminam com um encontro diocesano na Sé de Faro (janeiro 2020).

Os encontros mensais vão ter um momento de ambientação, uma catequese sobre um tema da Doutrina Social da Igreja, um testemunho de um participante na JMJ e por um momento de oração, baseado na vida de um dos oito santos patronos da JMJ, com adoração ao Santíssimo Sacramento.

A JMJ realizou-se pela primeira vez na América Central, mais concretamente na Cidade do Panamá, onde estiveram 25 jovens do Algarve, onde também se contava um casal, de nove paroquias – Silves (9), Paderne (4), Quarteira (3), São Pedro de Faro (2), Ferreiras (3), Portimão (1), Tavira (1), Loulé (1) e Olhão (1) – para além do assistente do Setor Diocesano da Pastoral Juvenil, o padre Nelson Rodrigues, e mais dois sacerdotes, Tiago Veríssimo, pároco de Monchique, e Adelino Ferreira, pároco de Vila Real de Santo António.

O jornal ‘Folha do Domingo’ realça ainda que todos os participantes já deram testemunho da JMJ 2019 em Eucaristias nas suas paróquias de origem após o regresso do Panamá.

‘Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua Palavra’ foi o tema do 34.º encontro mundial de jovens que terminou há um mês, a 27 de janeiro, e foi presidido pelo Papa Francisco.

Na Missa de encerramento do encontro foi anunciado que a próxima edição internacional realiza-se em Portugal, mais concretamente no Patriarcado de Lisboa, em 2022.

Estiveram no Panamá, 300 portugueses de 12 dioceses e de seis congregações e movimentos, seis bispos e 30 voluntários.

As JMJ nasceram por iniciativa de São João Paulo II, após o sucesso do encontro promovido em 1985, em Roma, no Ano Internacional da Juventude; são um acontecimento religioso e cultural que reúne jovens de todo o mundo durante uma semana.

Cada JMJ realiza-se, anualmente, a nível diocesano no Domingo de Ramos, alternando com um encontro internacional a cada dois ou três anos numa grande cidade: em 1987, Buenos Aires (Argentina); em 1989, Santiago de Compostela (Espanha); em 1991, Czestochowa (Polónia); em 1993 em Denver (EUA); em 1995, Manila (Filipinas); em 1997, Paris (França); em 2000, Roma (Itália); em 2002, Toronto (Canadá); em 2005, Colónia (Alemanha); em 2008, Sidney (Austrália); em 2011, Madrid (Espanha); Rio de Janeiro (Brasil), em 2013; e Cracóvia (Polónia), em 2016.

CB

[Notícia atualizada a 1 de março]