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Ago
28
Qua
Santo Agostinho: Celebração do padroeiro principal da Diocese de Coimbra
Ago 28 todo o dia

Coimbra, 18 jul 2019 (Ecclesia) – O bispo de Coimbra, D. Virgílio Antunes, vai celebrar, dia 28 de agosto, 18h30, na Igreja de Santa Cruz, a festa do padroeiro principal da diocese: Santo Agostinho.

As comemorações incluem também o concerto «Cantata de Santo Agostinho», às 21h30 na mesma igreja daquela cidade.

LFS

Out
31
Qui
Coimbra: Exposição «Regressar às origens pela xilogravura de Nunes Pereira»
Out 31 todo o dia

Coimbra, 14 fev 2019 (Ecclesia) – O Seminário Maior de Coimbra vai ter patente, de 20 deste mês a 31 de outubro, a exposição temporária «Regressar às origens pela xilogravura de Nunes Pereira».

Neste regresso tem destaque a sua obra «Os Contos de Fajão» (xilogravuras e texto),  um trabalho que tem hoje “um profundo significado cultural e antropológico, social e artístico”, realça uma nota enviada à Agência ECCLESIA.

Naquela obra descreve um «Portugal», uma sociedade, um tempo, um modo de ser pessoa e, ao mesmo tempo que faz rir, faz pensar e questiona sobre o modo como se vive hoje, acrescenta o comunicado.

Nestes contos entram figuras como o Senhor Doutor Juiz de Fajão, o Juiz da Relação do Porto, o almocreve, o Pascoal, o Senhor Bispo, o Senhor Prior, o sacristão, o oficial de diligências, o Escrivão e os estudantes da Universidade de Coimbra.

A inauguração vai ser às 18h30 da próxima quarta-feira, dia 20 de fevereiro.

LFS

Dez
1
Dom
Beja: Diocese vai celebrar 250 anos da sua restauração
Dez 1 todo o dia

Programa das comemorações é apresentado esta quarta-feira, 10 de julho

Beja, 08 jul 2019 (Ecclesia) – A diocese de Beja prepara-se para a celebração dos 250 anos da sua restauração, reconhecendo uma “história difícil e dramática” mas que importa assinalar junto do povo que “deseja e precisa da mãe Igreja”.

“A Igreja sempre foi mãe, neste novo contexto sublinha a dimensão da maternidade, porque as pessoas no fundo, desejam e precisam dessa maternidade. Estas festividades poderão ajudar nesse sentido”, explica à Agência ECCLESIA D. João Marcos, bispo diocesano desde 2016, que fará a apresentação pública das comemorações na tarde do dia 10.

“Estamos num tempo novo, de término e início de outras. Vamos devagarinho, mas há vida, há festa”, sublinha, recordando uma nota escrita aos diocesanos onde convida “diocesanos e não diocesanos” para um programa de celebração, com início marcado para 1 de dezembro e encerramento a 22 de novembro de 2020.

Para contar a história da diocese estará patente uma exposição, na pousada de São Francisco, desde 1 de março a 9 de maio, que será objeto de visita dos seis arciprestados de Beja.

A par da exposição, estão previstas conferências com convidados que falarão da história mas também do futuro da diocese, a última a cargo do Arcebispo de Évora, D. Senra Coelho, sobre «Como olhar hoje e que lição tirar dos fatores e circunstâncias culturais, sociais, políticas e religiosas explicativas da descristianização do Alentejo no passado?»

Reconhece D. João Marcos a raiz católica de muitos diocesanos mas, afirma, “a semente não germinou”.

“A maioria das pessoas reconhece-se católica e foi batizada, apesar de essa semente não ter germinado. Esse é o problema deste Portugal que temos hoje, dos católicos portugueses que somos e desta diocese”, lamenta.

O bispo titular desde 2016 acredita que conhecer a história da diocese irá ajudar os cristãos a um relacionamento e prática mais assídua, contando para isso com a publicação, “em setembro”, de um livro da autoria do padre Luís Taborda, pároco de Castro Verde, e o cónego António Aparício.

O próximo ano vai ainda ser marcado pela oração.

“A diocese é convidada a praticar a oração: nas laudes, vésperas, antes das refeições, orações em família. Vemos que o ir à missa é o único momento de oração dos que praticam e é muito pouco”, lamento o responsável.

Numa carta dirigida aos diocesanos, D. João Marcos aponta a diocese como um terreno a ser “semeado”.

“A diocese é hoje um grande terreno que precisa de ser lavrado e semeado para produzir uma seara nova. Estas festas dos 250 anos da restauração da diocese deverão marcar o início desse tempo novo”, afirma.

LS