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Igreja: 50 dias de atividades antecipam «Praça Central», encontro nacional de leigos católicos (c/vídeo)
Nov 23 todo o dia

Iniciativa decorre 23 de novembro, na cidade de Santarém

Lisboa, 11 out 2019 (Ecclesia) – A Conferência Nacional do Apostolado de Leigos (CNAL), organismo da Igreja Católica, está a promover 50 dias de atividades que antecipam a ‘Praça Central’, encontro nacional de leigos católicos marcado para 23 de novembro, em Santarém.

“Praça Central é um evento surpreendente e inspirador. A quinta edição deste encontro vai decorrer em Santarém, no dia 23 de novembro, mas um vasto conjunto de atividades culturais feitas de caminhadas, debates, cinema e oração estão a ser propostas desde o dia 4 de outubro em nove localidades distintas da região centro do país”, refere uma nota enviada hoje à Agência ECCLESIA pela CNAL.

Esta conferência reúne os organismos, associações e movimentos de leigos de Portugal.

A ‘Praça Central’ tem como tema uma frase de Etty Hillesum (1914-1943), jovem judia holandesa deportada para Auschwitz, onde morreu, durante a II Guerra Mundial: “Prometo viver a vida, em pleno e até ao fim”.

O programa deste 5.º encontro nacional de leigos gira “em torno da santidade enquanto desígnio para todas as pessoas”, inspirando-se na exortação “Alegrai-vos e exultai”, do Papa Francisco.

“Na Praça Central os participantes vão ter oportunidade de ouvir experiências de quem faz da santidade um programa de vida, descobrir formas de presença da santidade no quotidiano e transformar o que recebemos para viver em vida plena”, refere a CNAL.

Até 16 de novembro, são propostos cinco momentos de oração e quatro atividades culturais, em nove localidades distintas do distrito de Santarém.

O encontro nacional decorre a 23 de novembro, concentrando os trabalhos no CNEMA (Centro Nacional de Exposições em Santarém), durante a manhã, seguindo-se, de tarde, um conjunto de cinco propostas de aprofundamento de temas gerais ou de oração pessoal e de propostas culturais.

A Praça Central termina com a Missa vespertina da solenidade de Cristo Rei, na Igreja de Santa Clara, e um concerto musical à noite.

A CNAL disponibiliza um endereço eletrónico para mais informações, em cnal.secretariado@gmail.com.

OC

Dez
1
Dom
Beja: Diocese vai celebrar 250 anos da sua restauração
Dez 1 todo o dia

Programa das comemorações é apresentado esta quarta-feira, 10 de julho

Beja, 08 jul 2019 (Ecclesia) – A diocese de Beja prepara-se para a celebração dos 250 anos da sua restauração, reconhecendo uma “história difícil e dramática” mas que importa assinalar junto do povo que “deseja e precisa da mãe Igreja”.

“A Igreja sempre foi mãe, neste novo contexto sublinha a dimensão da maternidade, porque as pessoas no fundo, desejam e precisam dessa maternidade. Estas festividades poderão ajudar nesse sentido”, explica à Agência ECCLESIA D. João Marcos, bispo diocesano desde 2016, que fará a apresentação pública das comemorações na tarde do dia 10.

“Estamos num tempo novo, de término e início de outras. Vamos devagarinho, mas há vida, há festa”, sublinha, recordando uma nota escrita aos diocesanos onde convida “diocesanos e não diocesanos” para um programa de celebração, com início marcado para 1 de dezembro e encerramento a 22 de novembro de 2020.

Para contar a história da diocese estará patente uma exposição, na pousada de São Francisco, desde 1 de março a 9 de maio, que será objeto de visita dos seis arciprestados de Beja.

A par da exposição, estão previstas conferências com convidados que falarão da história mas também do futuro da diocese, a última a cargo do Arcebispo de Évora, D. Senra Coelho, sobre «Como olhar hoje e que lição tirar dos fatores e circunstâncias culturais, sociais, políticas e religiosas explicativas da descristianização do Alentejo no passado?»

Reconhece D. João Marcos a raiz católica de muitos diocesanos mas, afirma, “a semente não germinou”.

“A maioria das pessoas reconhece-se católica e foi batizada, apesar de essa semente não ter germinado. Esse é o problema deste Portugal que temos hoje, dos católicos portugueses que somos e desta diocese”, lamenta.

O bispo titular desde 2016 acredita que conhecer a história da diocese irá ajudar os cristãos a um relacionamento e prática mais assídua, contando para isso com a publicação, “em setembro”, de um livro da autoria do padre Luís Taborda, pároco de Castro Verde, e o cónego António Aparício.

O próximo ano vai ainda ser marcado pela oração.

“A diocese é convidada a praticar a oração: nas laudes, vésperas, antes das refeições, orações em família. Vemos que o ir à missa é o único momento de oração dos que praticam e é muito pouco”, lamento o responsável.

Numa carta dirigida aos diocesanos, D. João Marcos aponta a diocese como um terreno a ser “semeado”.

“A diocese é hoje um grande terreno que precisa de ser lavrado e semeado para produzir uma seara nova. Estas festas dos 250 anos da restauração da diocese deverão marcar o início desse tempo novo”, afirma.

LS