Calendário

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Out
16
Qua
Publicações: Apresentação da obra «Aos jovens, sobre como tirar proveito da literatura»
Out 16@17:30

Lisboa, 10 out 2019 (Ecclesia) – A obra «Aos jovens, sobre como tirar proveito da literatura» da autoria de Miguel Cabedo de Vasconcelos e com a chancela da Universidade Católica Editora vai ser apresentada dia 16 de outubro, às 17h30, em Óbidos.

Na sessão, no Museu Municipal de Óbidos, vai estar presente o crítico literário, João Pedro Vala, e o padre Ricardo Figueiredo, pároco de Óbidos, lê-se num comunicado enviado à Agência ECCLESIA.

Ao fazer referência a esta obra de São Basílio de Cesareia, D. Tolentino Mendonça (cardeal e bibliotecário da Santa Sé) realça que “o grande São Basílio de Cesareia mostra bem que quanto mais nos aproximamos das origens do cristianismo melhor percebemos o que pode ser o seu futuro. Por isso, este livro, que Miguel Cabedo de Vasconcelos cuidadosamente traduziu, é uma preciosa bússola ao nosso alcance”, refere a nota.

Esta iniciativa está integrada no Festival Literário Internacional de Óbidos – F(O)LIO onde a Universidade Católica Editora (UCE) marca presença.

LFS

 

Lisboa: Ciclo de conferências sobre «A Emergência da Ética» com Bagão Félix
Out 16@18:30_19:30

Lisboa, 07 out 2019 (Ecclesia) – O economista António Bagão Félix vai ser o orador de um ciclo de conferências sobre «A Emergência da Ética» que se realizam no espaço comercial Corte Inglês, às 18h30, em Lisboa.

As conferências (09, 16, 30 deste mês e 06 de novembro) têm como tema «Emergência da Ética»; «Ética e bens públicos»; «Ética, trabalho e solidariedade» e «Ética e natureza», sublinha uma nota enviada à Agência ECCLESIA.

A regra de ouro no plano ético tem sido “frequentemente violada: para alguns, os fins justificam sempre qualquer tipo de meio”.

A verdadeira virtude e a liderança advêm da autoridade do exemplo, não do poder formal e efémero, lê-se

“Não há remédios técnicos para males éticos, esta é a mais séria e profunda reforma estrutural e geracional que urge concretizar”.

António Bagão Félix nasceu em Ílhavo em 1948 e é economista e professor universitário.

Foi ministro e secretário de Estado em vários governos nas áreas das Finanças, Segurança Social e Trabalho.

LFS

 

 

Out
17
Qui
Igreja/Sociedade: Colóquio «Uma laje. Um compromisso. 25 anos depois»
Out 17 todo o dia

Lisboa, 01 out 2019 (Ecclesia) – No Dia Internacional pela Erradicação da Pobreza (17 de outubro) realiza-se, em Lisboa, no auditório Montepio (Rua do Ouro, nº 219) um colóquio sobre «Uma laje. Um compromisso. 25 anos depois (1994-2019)».

Ao longo do dia, os conferencistas vão falar sobre: «Estaremos hoje menos pobres e desiguais»; «Desporto, Artes e Politicas Sociais nos processos de interdependente inclusão e autonomização de pessoas»; «Impactos na 1ª pessoa»; «Alterações climáticas e coesão social. Como serão os próximos 25 anos?» e «Abandonados: os que deuses e mercado continuam a deixar para trás em nome do progresso», realça o programa enviado à Agência ECCLESIA.

Às 16h15 faz-se uma caminhada com os «Rufos@Roncos» até a laje no chão da Rua Augusta.

Henrique Pinto (Impossible – Passionate Happenings); Maria Calado (presidente do Centro Nacional de Cultura) e Filipe Duarte Santos (professor e investigador universitário) são alguns dos oradores desta iniciativa.

LFS

PROGRAMA do COLÓQUIO

Solidariedade: Celebração pelos «sem família, sem abrigo e sem amor» em Lisboa
Out 17@18:00

Lisboa, 02 out 2019 (Ecclesia) – A Irmandade da Misericórdia e de São Roque de Lisboa promove, dia 17 de outubro, às 18h30, na Basílica dos Mártires, uma celebração, presidida por D. Américo Aguiar pelos «sem família, sem abrigo e sem amor».

A celebração, para comemorar o «Dia Internacional da Erradicação da Pobreza e dos Sem Abrigo», presidida pelo bispo auxiliar de Lisboa é antecedida pela recitação, às 18h00, do terço, refere uma nota enviada à Agência ECCLESIA.

“Vamos rezar pelos que «sem família, sem abrigo e sem amor», morreram na cidade de Lisboa, durante o ano que passou e que foram acompanhados pela irmandade até à sua última morada”, lê-se na nota.

LFS

Solidariedade: Comunidade Vida e Paz promove espetáculo no Casino do Estoril
Out 17@21:00

Lisboa, 03 out 2019 (Ecclesia) – No Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza (17 de outubro), a Comunidade Vida e Paz assinala esta data com um espetáculo de solidariedade no Casino Estoril no Salão Preto e Prata (Lisboa).

O espetáculo, às 21h00, que une artistas nacionais de diferentes vertentes artísticas pretende mostrar aos portugueses que “as pessoas em situação de sem-abrigo são mais do que aquilo que se vê!”, realça uma nota enviada à Agência ECCLESIA.

A Comunidade Vida e Paz quer acima de tudo elevar a causa das pessoas em situação de sem-abrigo e por isso arrisca na decisão de motivar os portugueses a assistir ao espetáculo simplesmente pela causa e não por quem a protagoniza.

“Decidimos não desvendar quem são os artistas para ir ao encontro do conceito do evento «não importa aquilo em que as pessoas se tornaram, mas aquilo que realmente são»”, lê-se

Henrique Joaquim, diretor-geral da Comunidade Vida e Paz apela à participação e envolvimento de todos os portugueses e tem apenas “um” objetivo em relação à iniciativa de solidariedade: “quem for assistir a este espetáculo, saia a reconhecer que antes de estarem sem-abrigo são Pessoas com dignidade, capacidades e sonhos.”

LFS

Out
18
Sex
Igreja/Cultura: 12 concertos na edição da «Temporada Música em São Roque»
Out 18 todo o dia

Lisboa, 10 out 2019 (Ecclesia) – A 31ª edição da Temporada Música em Roque (TMSR) começa esta sexta-feira e vai ter 12 concertos “únicos e imperdíveis”, organizada pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

O maestro Filipe Carvalheiro é o diretor artístico deste evento, que decorre até ao dia 10 de novembro e que será composto por 12 concertos, que incluem algumas das orquestras e coros “mais conceituados do panorama da música clássica portuguesa”, realça uma nota enviada à Agência ECCLESIA.

A 31ª edição da Temporada Música em São Roque terá o Coro Gulbenkian a fazer as honras de abertura, com a «Petite Messe Solennelle», a pequena pérola religiosa de Gioachino Rossini, lê-se.

O Camerata Atlântica vai apresentar (13 outubro), em estreia mundial, a Sinfonietta para Cordas de Sérgio Azevedo, escrita a partir de esboços e andamentos inacabados que, por uma razão ou por outra, estavam “adormecidos em papel”.

O Coro Casa da Música leva (18 de outubro) à Igreja de São Roque a grandiosidade e serenidade das Vésperas de Claudio Monteverdi, enquanto que a Orquestra Orbis irá apresentar (19 de outubro) a obra-prima de André Caplet.

O Capella Joanina vai apresentar (20 de outubro) algumas obras do barroco ibérico que foram proibidas por decreto régio, e o grupo Divino Sospiro irá brindar (23 de outubro) o público com o “Passio Ibérica”, uma visão da piedade culta e popular do tema das Sete Palavras de Cristo na Cruz e do Stabat Mater, na tradição ibérica do século XVIII.

As Vozes Alfonsinas (25 de outubro) levarão ao Convento dos Cardaes as itinerâncias trovadorescas, através da redescoberta das cantigas medievais em Galego-Português; e o Concerto Campestre recordará (27 de outubro) o nascimento da Modinha em Portugal.

Os Ensemble MPMP irão apresentar (dia 01 de novembro) duas das maiores obras de João Domingos Bomtempo, a par com a estreia absoluta de uma obra de Hugo Ribeiro (que ganhou o prémio Musa 2019).

Vai ser também possível assistir (03 de novembro) ao concerto do grupo Cupertinos, que vai apresentar um programa baseado no seu 1º – e aclamado – trabalho discográfico, que representa uma incursão pela obra magistral de Manuel Cardoso.

Os Cupertinos são considerados os embaixadores da Polifonia Portuguesa e foram distinguidos recentemente pela revista britânica Gramophone, na categoria de Música Antiga.

Também faz parte do programa (08 de novembro) desta 31ª edição o grupo Sete Lágrimas que, este ano, comemora o seu 20º aniversário.

Já a fechar a temporada, e com o objetivo de encorajar o trabalho dos jovens músicos, vai estar presente (10 de novembro) a Orquestra Geração.

Os “palcos” dos concertos desta edição serão distribuídos pela Igreja de S. Roque, Igreja de São Pedro de Alcântara, Mosteiro de Santos-o-Novo e Convento dos Cardaes.

LFS

Lisboa: Encontro Diocesano da Pastoral Sócio Caritativa
Out 18@9:00_13:00

Lisboa, 10 out 2019 (Ecclesia) – O Departamento da Pastoral Sócio Caritativa do Patriarcado de Lisboa, em colaboração com a Federação Solicitude, organiza, dia 18 deste mês, um encontro para responsáveis desta área, no Centro Diocesano de Espiritualidade Imaculado Coração de Maria, Turcifal.

O encontro, das 09h00 às 13h00, é orientado pelo cardeal-patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, e tem como tema «Sair com Cristo ao encontro de todas as periferias», lê-se no programa enviado à Agência ECCLESIA.

Na atividade do dia 18 deste mês (O Dia intitulado da Solicitude), os participantes vão ser sensibilizados para a vivência das Semanas Vicariais da Caridade e vai ser divulgado o congresso, refere a nota enviada à Agência ECCLESIA.

LFS

Out
19
Sáb
Igreja/Cultura: 12 concertos na edição da «Temporada Música em São Roque»
Out 19 todo o dia

Lisboa, 10 out 2019 (Ecclesia) – A 31ª edição da Temporada Música em Roque (TMSR) começa esta sexta-feira e vai ter 12 concertos “únicos e imperdíveis”, organizada pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

O maestro Filipe Carvalheiro é o diretor artístico deste evento, que decorre até ao dia 10 de novembro e que será composto por 12 concertos, que incluem algumas das orquestras e coros “mais conceituados do panorama da música clássica portuguesa”, realça uma nota enviada à Agência ECCLESIA.

A 31ª edição da Temporada Música em São Roque terá o Coro Gulbenkian a fazer as honras de abertura, com a «Petite Messe Solennelle», a pequena pérola religiosa de Gioachino Rossini, lê-se.

O Camerata Atlântica vai apresentar (13 outubro), em estreia mundial, a Sinfonietta para Cordas de Sérgio Azevedo, escrita a partir de esboços e andamentos inacabados que, por uma razão ou por outra, estavam “adormecidos em papel”.

O Coro Casa da Música leva (18 de outubro) à Igreja de São Roque a grandiosidade e serenidade das Vésperas de Claudio Monteverdi, enquanto que a Orquestra Orbis irá apresentar (19 de outubro) a obra-prima de André Caplet.

O Capella Joanina vai apresentar (20 de outubro) algumas obras do barroco ibérico que foram proibidas por decreto régio, e o grupo Divino Sospiro irá brindar (23 de outubro) o público com o “Passio Ibérica”, uma visão da piedade culta e popular do tema das Sete Palavras de Cristo na Cruz e do Stabat Mater, na tradição ibérica do século XVIII.

As Vozes Alfonsinas (25 de outubro) levarão ao Convento dos Cardaes as itinerâncias trovadorescas, através da redescoberta das cantigas medievais em Galego-Português; e o Concerto Campestre recordará (27 de outubro) o nascimento da Modinha em Portugal.

Os Ensemble MPMP irão apresentar (dia 01 de novembro) duas das maiores obras de João Domingos Bomtempo, a par com a estreia absoluta de uma obra de Hugo Ribeiro (que ganhou o prémio Musa 2019).

Vai ser também possível assistir (03 de novembro) ao concerto do grupo Cupertinos, que vai apresentar um programa baseado no seu 1º – e aclamado – trabalho discográfico, que representa uma incursão pela obra magistral de Manuel Cardoso.

Os Cupertinos são considerados os embaixadores da Polifonia Portuguesa e foram distinguidos recentemente pela revista britânica Gramophone, na categoria de Música Antiga.

Também faz parte do programa (08 de novembro) desta 31ª edição o grupo Sete Lágrimas que, este ano, comemora o seu 20º aniversário.

Já a fechar a temporada, e com o objetivo de encorajar o trabalho dos jovens músicos, vai estar presente (10 de novembro) a Orquestra Geração.

Os “palcos” dos concertos desta edição serão distribuídos pela Igreja de S. Roque, Igreja de São Pedro de Alcântara, Mosteiro de Santos-o-Novo e Convento dos Cardaes.

LFS

Out
20
Dom
Igreja/Cultura: 12 concertos na edição da «Temporada Música em São Roque»
Out 20 todo o dia

Lisboa, 10 out 2019 (Ecclesia) – A 31ª edição da Temporada Música em Roque (TMSR) começa esta sexta-feira e vai ter 12 concertos “únicos e imperdíveis”, organizada pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

O maestro Filipe Carvalheiro é o diretor artístico deste evento, que decorre até ao dia 10 de novembro e que será composto por 12 concertos, que incluem algumas das orquestras e coros “mais conceituados do panorama da música clássica portuguesa”, realça uma nota enviada à Agência ECCLESIA.

A 31ª edição da Temporada Música em São Roque terá o Coro Gulbenkian a fazer as honras de abertura, com a «Petite Messe Solennelle», a pequena pérola religiosa de Gioachino Rossini, lê-se.

O Camerata Atlântica vai apresentar (13 outubro), em estreia mundial, a Sinfonietta para Cordas de Sérgio Azevedo, escrita a partir de esboços e andamentos inacabados que, por uma razão ou por outra, estavam “adormecidos em papel”.

O Coro Casa da Música leva (18 de outubro) à Igreja de São Roque a grandiosidade e serenidade das Vésperas de Claudio Monteverdi, enquanto que a Orquestra Orbis irá apresentar (19 de outubro) a obra-prima de André Caplet.

O Capella Joanina vai apresentar (20 de outubro) algumas obras do barroco ibérico que foram proibidas por decreto régio, e o grupo Divino Sospiro irá brindar (23 de outubro) o público com o “Passio Ibérica”, uma visão da piedade culta e popular do tema das Sete Palavras de Cristo na Cruz e do Stabat Mater, na tradição ibérica do século XVIII.

As Vozes Alfonsinas (25 de outubro) levarão ao Convento dos Cardaes as itinerâncias trovadorescas, através da redescoberta das cantigas medievais em Galego-Português; e o Concerto Campestre recordará (27 de outubro) o nascimento da Modinha em Portugal.

Os Ensemble MPMP irão apresentar (dia 01 de novembro) duas das maiores obras de João Domingos Bomtempo, a par com a estreia absoluta de uma obra de Hugo Ribeiro (que ganhou o prémio Musa 2019).

Vai ser também possível assistir (03 de novembro) ao concerto do grupo Cupertinos, que vai apresentar um programa baseado no seu 1º – e aclamado – trabalho discográfico, que representa uma incursão pela obra magistral de Manuel Cardoso.

Os Cupertinos são considerados os embaixadores da Polifonia Portuguesa e foram distinguidos recentemente pela revista britânica Gramophone, na categoria de Música Antiga.

Também faz parte do programa (08 de novembro) desta 31ª edição o grupo Sete Lágrimas que, este ano, comemora o seu 20º aniversário.

Já a fechar a temporada, e com o objetivo de encorajar o trabalho dos jovens músicos, vai estar presente (10 de novembro) a Orquestra Geração.

Os “palcos” dos concertos desta edição serão distribuídos pela Igreja de S. Roque, Igreja de São Pedro de Alcântara, Mosteiro de Santos-o-Novo e Convento dos Cardaes.

LFS

Lisboa: Patriarcado convida paróquias para o encerramento do Ano Missionário
Out 20 todo o dia

Lisboa, 24 set 2019 (Ecclesia) – O Secretariado de Animação Missionária do Patriarcado de Lisboa convidou as paróquias da diocese à participação na Peregrinação Nacional a Fátima, no dia 20 de outubro, no encerramento do Ano Missionário.

“Como responsável pelo sector missionário do Patriarcado, convido a si e à sua comunidade a participarem na Peregrinação Nacional a Fátima que se vai realizar a 20 de outubro deste ano, para com gratidão e alegria confiarmos a Maria, Rainhas Missões e Estrela da Evangelização, o anúncio de Cristo vivo”, refere a carta «Batizados e enviados – A Igreja de Cristo em Missão», assinada pelo padre Albino dos Anjos, enviada recentemente ao clero do Patriarcado.

Na missiva, o sacerdote recorda ainda que «Todos, Tudo e Sempre em Missão» foi o título que os bispos portugueses deram à nota pastoral sobre a convocação do ano missionário.

“Certamente ao longo de todo este ano, muitas foram as iniciativas que desenvolveu como forma de renovar este encontro pessoal com Cristo e a ação pastoral em pastoral missionária. Os frutos a seu tempo virão para quem, com docilidade, se abriu ao protagonista da missão, que é O Espirito Santo”, frisa a carta.

LFS

Out
23
Qua
Igreja/Cultura: 12 concertos na edição da «Temporada Música em São Roque»
Out 23 todo o dia

Lisboa, 10 out 2019 (Ecclesia) – A 31ª edição da Temporada Música em Roque (TMSR) começa esta sexta-feira e vai ter 12 concertos “únicos e imperdíveis”, organizada pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

O maestro Filipe Carvalheiro é o diretor artístico deste evento, que decorre até ao dia 10 de novembro e que será composto por 12 concertos, que incluem algumas das orquestras e coros “mais conceituados do panorama da música clássica portuguesa”, realça uma nota enviada à Agência ECCLESIA.

A 31ª edição da Temporada Música em São Roque terá o Coro Gulbenkian a fazer as honras de abertura, com a «Petite Messe Solennelle», a pequena pérola religiosa de Gioachino Rossini, lê-se.

O Camerata Atlântica vai apresentar (13 outubro), em estreia mundial, a Sinfonietta para Cordas de Sérgio Azevedo, escrita a partir de esboços e andamentos inacabados que, por uma razão ou por outra, estavam “adormecidos em papel”.

O Coro Casa da Música leva (18 de outubro) à Igreja de São Roque a grandiosidade e serenidade das Vésperas de Claudio Monteverdi, enquanto que a Orquestra Orbis irá apresentar (19 de outubro) a obra-prima de André Caplet.

O Capella Joanina vai apresentar (20 de outubro) algumas obras do barroco ibérico que foram proibidas por decreto régio, e o grupo Divino Sospiro irá brindar (23 de outubro) o público com o “Passio Ibérica”, uma visão da piedade culta e popular do tema das Sete Palavras de Cristo na Cruz e do Stabat Mater, na tradição ibérica do século XVIII.

As Vozes Alfonsinas (25 de outubro) levarão ao Convento dos Cardaes as itinerâncias trovadorescas, através da redescoberta das cantigas medievais em Galego-Português; e o Concerto Campestre recordará (27 de outubro) o nascimento da Modinha em Portugal.

Os Ensemble MPMP irão apresentar (dia 01 de novembro) duas das maiores obras de João Domingos Bomtempo, a par com a estreia absoluta de uma obra de Hugo Ribeiro (que ganhou o prémio Musa 2019).

Vai ser também possível assistir (03 de novembro) ao concerto do grupo Cupertinos, que vai apresentar um programa baseado no seu 1º – e aclamado – trabalho discográfico, que representa uma incursão pela obra magistral de Manuel Cardoso.

Os Cupertinos são considerados os embaixadores da Polifonia Portuguesa e foram distinguidos recentemente pela revista britânica Gramophone, na categoria de Música Antiga.

Também faz parte do programa (08 de novembro) desta 31ª edição o grupo Sete Lágrimas que, este ano, comemora o seu 20º aniversário.

Já a fechar a temporada, e com o objetivo de encorajar o trabalho dos jovens músicos, vai estar presente (10 de novembro) a Orquestra Geração.

Os “palcos” dos concertos desta edição serão distribuídos pela Igreja de S. Roque, Igreja de São Pedro de Alcântara, Mosteiro de Santos-o-Novo e Convento dos Cardaes.

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Out
25
Sex
Igreja/Cultura: 12 concertos na edição da «Temporada Música em São Roque»
Out 25 todo o dia

Lisboa, 10 out 2019 (Ecclesia) – A 31ª edição da Temporada Música em Roque (TMSR) começa esta sexta-feira e vai ter 12 concertos “únicos e imperdíveis”, organizada pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

O maestro Filipe Carvalheiro é o diretor artístico deste evento, que decorre até ao dia 10 de novembro e que será composto por 12 concertos, que incluem algumas das orquestras e coros “mais conceituados do panorama da música clássica portuguesa”, realça uma nota enviada à Agência ECCLESIA.

A 31ª edição da Temporada Música em São Roque terá o Coro Gulbenkian a fazer as honras de abertura, com a «Petite Messe Solennelle», a pequena pérola religiosa de Gioachino Rossini, lê-se.

O Camerata Atlântica vai apresentar (13 outubro), em estreia mundial, a Sinfonietta para Cordas de Sérgio Azevedo, escrita a partir de esboços e andamentos inacabados que, por uma razão ou por outra, estavam “adormecidos em papel”.

O Coro Casa da Música leva (18 de outubro) à Igreja de São Roque a grandiosidade e serenidade das Vésperas de Claudio Monteverdi, enquanto que a Orquestra Orbis irá apresentar (19 de outubro) a obra-prima de André Caplet.

O Capella Joanina vai apresentar (20 de outubro) algumas obras do barroco ibérico que foram proibidas por decreto régio, e o grupo Divino Sospiro irá brindar (23 de outubro) o público com o “Passio Ibérica”, uma visão da piedade culta e popular do tema das Sete Palavras de Cristo na Cruz e do Stabat Mater, na tradição ibérica do século XVIII.

As Vozes Alfonsinas (25 de outubro) levarão ao Convento dos Cardaes as itinerâncias trovadorescas, através da redescoberta das cantigas medievais em Galego-Português; e o Concerto Campestre recordará (27 de outubro) o nascimento da Modinha em Portugal.

Os Ensemble MPMP irão apresentar (dia 01 de novembro) duas das maiores obras de João Domingos Bomtempo, a par com a estreia absoluta de uma obra de Hugo Ribeiro (que ganhou o prémio Musa 2019).

Vai ser também possível assistir (03 de novembro) ao concerto do grupo Cupertinos, que vai apresentar um programa baseado no seu 1º – e aclamado – trabalho discográfico, que representa uma incursão pela obra magistral de Manuel Cardoso.

Os Cupertinos são considerados os embaixadores da Polifonia Portuguesa e foram distinguidos recentemente pela revista britânica Gramophone, na categoria de Música Antiga.

Também faz parte do programa (08 de novembro) desta 31ª edição o grupo Sete Lágrimas que, este ano, comemora o seu 20º aniversário.

Já a fechar a temporada, e com o objetivo de encorajar o trabalho dos jovens músicos, vai estar presente (10 de novembro) a Orquestra Geração.

Os “palcos” dos concertos desta edição serão distribuídos pela Igreja de S. Roque, Igreja de São Pedro de Alcântara, Mosteiro de Santos-o-Novo e Convento dos Cardaes.

LFS

Igreja/História: Colóquio sobre o encontro de São Francisco e o Sultão do Egito
Out 25@21:00

Lisboa, 07 out 2019 (Ecclesia) – No Centro Cultural Franciscano, em Lisboa (Largo da Luz), realiza-se, dia 25 deste mês, às 21h00, um colóquio sobre «São Francisco e o Sultão do Egito – Um encontro com 800 anos de história».

Frei Marcelo Cichinelli (Custódia da Terra Santa); Klalid Sacoor Jamal (Comunidade Islâmica de Lisboa) e Juan Francisco (Universidade Católica Portuguesa) são os oradores desta iniciativa, refere uma nota enviada à Agência ECCLESIA.

Em 1219, cumprem-se agora oito séculos, a Cristandade e o Islão encontravam-se envolvidos numa das mais sangrentas guerras das Cruzadas.

Francisco de Assis tomou então a iniciativa de se dirigir ao Médio Oriente com o firme propósito de delinear uma alternativa que superasse a lógica de terror que estava implantada entre o mundo cristão e o mundo islâmico.

O seu desejo era contribuir para aproximar estes dois universos crentes, já que a guerra e as sucessivas Cruzadas tinham tornado impossível qualquer  mediação.

Francisco dirigiu-se então a Damietta, onde se encontrou com o Sultão Al-Malik al-Kamil.

LFS

Out
27
Dom
Igreja/Cultura: 12 concertos na edição da «Temporada Música em São Roque»
Out 27 todo o dia

Lisboa, 10 out 2019 (Ecclesia) – A 31ª edição da Temporada Música em Roque (TMSR) começa esta sexta-feira e vai ter 12 concertos “únicos e imperdíveis”, organizada pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

O maestro Filipe Carvalheiro é o diretor artístico deste evento, que decorre até ao dia 10 de novembro e que será composto por 12 concertos, que incluem algumas das orquestras e coros “mais conceituados do panorama da música clássica portuguesa”, realça uma nota enviada à Agência ECCLESIA.

A 31ª edição da Temporada Música em São Roque terá o Coro Gulbenkian a fazer as honras de abertura, com a «Petite Messe Solennelle», a pequena pérola religiosa de Gioachino Rossini, lê-se.

O Camerata Atlântica vai apresentar (13 outubro), em estreia mundial, a Sinfonietta para Cordas de Sérgio Azevedo, escrita a partir de esboços e andamentos inacabados que, por uma razão ou por outra, estavam “adormecidos em papel”.

O Coro Casa da Música leva (18 de outubro) à Igreja de São Roque a grandiosidade e serenidade das Vésperas de Claudio Monteverdi, enquanto que a Orquestra Orbis irá apresentar (19 de outubro) a obra-prima de André Caplet.

O Capella Joanina vai apresentar (20 de outubro) algumas obras do barroco ibérico que foram proibidas por decreto régio, e o grupo Divino Sospiro irá brindar (23 de outubro) o público com o “Passio Ibérica”, uma visão da piedade culta e popular do tema das Sete Palavras de Cristo na Cruz e do Stabat Mater, na tradição ibérica do século XVIII.

As Vozes Alfonsinas (25 de outubro) levarão ao Convento dos Cardaes as itinerâncias trovadorescas, através da redescoberta das cantigas medievais em Galego-Português; e o Concerto Campestre recordará (27 de outubro) o nascimento da Modinha em Portugal.

Os Ensemble MPMP irão apresentar (dia 01 de novembro) duas das maiores obras de João Domingos Bomtempo, a par com a estreia absoluta de uma obra de Hugo Ribeiro (que ganhou o prémio Musa 2019).

Vai ser também possível assistir (03 de novembro) ao concerto do grupo Cupertinos, que vai apresentar um programa baseado no seu 1º – e aclamado – trabalho discográfico, que representa uma incursão pela obra magistral de Manuel Cardoso.

Os Cupertinos são considerados os embaixadores da Polifonia Portuguesa e foram distinguidos recentemente pela revista britânica Gramophone, na categoria de Música Antiga.

Também faz parte do programa (08 de novembro) desta 31ª edição o grupo Sete Lágrimas que, este ano, comemora o seu 20º aniversário.

Já a fechar a temporada, e com o objetivo de encorajar o trabalho dos jovens músicos, vai estar presente (10 de novembro) a Orquestra Geração.

Os “palcos” dos concertos desta edição serão distribuídos pela Igreja de S. Roque, Igreja de São Pedro de Alcântara, Mosteiro de Santos-o-Novo e Convento dos Cardaes.

LFS

Out
30
Qua
Lisboa: Ciclo de conferências sobre «A Emergência da Ética» com Bagão Félix
Out 30@18:30_19:30

Lisboa, 07 out 2019 (Ecclesia) – O economista António Bagão Félix vai ser o orador de um ciclo de conferências sobre «A Emergência da Ética» que se realizam no espaço comercial Corte Inglês, às 18h30, em Lisboa.

As conferências (09, 16, 30 deste mês e 06 de novembro) têm como tema «Emergência da Ética»; «Ética e bens públicos»; «Ética, trabalho e solidariedade» e «Ética e natureza», sublinha uma nota enviada à Agência ECCLESIA.

A regra de ouro no plano ético tem sido “frequentemente violada: para alguns, os fins justificam sempre qualquer tipo de meio”.

A verdadeira virtude e a liderança advêm da autoridade do exemplo, não do poder formal e efémero, lê-se

“Não há remédios técnicos para males éticos, esta é a mais séria e profunda reforma estrutural e geracional que urge concretizar”.

António Bagão Félix nasceu em Ílhavo em 1948 e é economista e professor universitário.

Foi ministro e secretário de Estado em vários governos nas áreas das Finanças, Segurança Social e Trabalho.

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