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    <title>Agência Ecclesia</title>
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    <description>Agência de Notícias da Igreja Católica em Portugal</description>
    <language>pt-pt</language>

    <copyright>Copyright 2009 Agência Ecclesia</copyright>

    <lastBuildDate>2010-3-17 0:14:36</lastBuildDate>
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      <title>Ag&#234;ncia Ecclesia</title>
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      <title>Cardeal Cerejeira: superar as caricaturas</title>
      <link>http://agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=78378</link>
      <description> Irene Flunser Pimentel acaba de apresentar a sua obra "Cardeal Cerejeira. Pr&#237;ncipe da Igreja", uma biografia editada pela Esfera dos Livros.
 Ao longo de 361 p&#225;ginas, a historiadora centra o seu olhar sobre o Patriarca de Lisboa, figura de refer&#234;ncia da Igreja Cat&#243;lica e na sociedade portuguesa, inserindo-o na sua &#233;poca e na hist&#243;ria nacional com um longo conjunto final de notas explicativas sobre as quest&#245;es afloradas no texto, uma cronologia e uma s&#233;rie de encartes fotogr&#225;ficos.
 Irene Flunser Pimentel esclarece na nota introdut&#243;ria que esta biografia do Cardeal Cerejeira n&#227;o pretende centrar-se na revela&#231;&#227;o de "epis&#243;dios privados ou desconhecidos". A abordagem envereda por um car&#225;cter historiogr&#225;fico que visa "uma tentativa de interpreta&#231;&#227;o pessoal de epis&#243;dios j&#225; conhecidos".
 A historiadora admite que o seu interesse por esta figura da Igreja Cat&#243;lica surgiu ap&#243;s ter realizado uma investiga&#231;&#227;o e estudos para publicar uma Fotobiografia sobre D. Manuel Gon&#231;alves Cerejeira. "Como para muitas da minha gera&#231;&#227;o, do Cardeal Cerejeira eu vislumbrava apenas uma caricatura uniforme de um homem e de uma personagem que, &#224; frente da hierarquia da Igreja Cat&#243;lica, era encarada como suporte e c&#250;mplice do Estado Novo ditatorial", confessa.
 Ao come&#231;ar a ler a obra historiogr&#225;fica, religiosa e mesmo pol&#237;tica de Manuel Gon&#231;alves Cerejeira, Irene Pimental confessa que "a personagem foi ganhando densidade humana, contradi&#231;&#245;es, complexidade e riqueza". A historiadora admite ter descoberto no Cardeal Cerejeira "um intelectual, acad&#233;-mico e historiador, que nessa qualidade escolheu, ali&#225;s, como objecto de estudo da sua disserta&#231;&#227;o de doutoramento Clenardo, um humanista renascentista".
 Entre os livros que o Patriarca de Lisboa leu, refere Irene Pimentel, estavam muitos situados "nos ant&#237;podas das suas concep&#231;&#245;es morais e ideol&#243;gicas" e n&#227;o se furtava a debates com intelectuais com opini&#227;o bastante diferente da sua.
 A contra-capa da obra deixa, ali&#225;s, algumas provoca&#231;&#245;es sobre a diversidade de opini&#245;es que existem a respeito do Cardeal Cerejeira: "Conservador e elitista ou renovador e humilde? Amante do luxo e da riqueza ou atento &#224; pobreza e defensor dos mais oprimidos? Homem caloroso ou autorit&#225;rio? Sinuoso ou insinuante? Alinhado com o Estado Novo ou defensor da independ&#234;ncia da Igreja em rela&#231;&#227;o ao regime de Salazar, seu amigo &#237;ntimo desde os tempos de Coimbra? Defensor da vida e dos direitos humanos ou silencioso perante a viol&#234;ncia da PIDE, a guerra colonial e a censura?"
 O livro est&#225; organizado cronologicamente e em treze cap&#237;tulos, que v&#227;o desde o nascimento numa zona rural do Minho em 1888, at&#233; ao final da vida, a 1 de Agosto de 1977, ap&#243;s os anos como Cardeal-Patriarca de Lisboa entre 1929 e 1971.
 Os seus &#250;ltimos anos de vida, p&#243;s-25 de Abril, s&#227;o tamb&#233;m objecto de an&#225;lise.
 O &#250;ltimo cap&#237;tulo da biografia aborda o "legado" de D. Manuel Gon&#231;alves Cerejeira: "Cerejeira iniciou, em 1930, a sua estada &#224; frente do Patriarcado, com o magno prop&#243;sito de recristianizar a sociedade portuguesa, reconstruir a diocese de Lisboa e formar novos padres cultos, ligados ao &#171;seu&#187; bispo, politicamente inactivos mas socialmente empenhados. No entanto, quando concluiu em 1971 a sua vida activa, o panorama era completamente diverso".
 "N&#227;o s&#243; a Ac&#231;&#227;o Cat&#243;lica Portuguesa quase n&#227;o existia, como a falta de padres continuava cr&#243;nica e a cristianiza&#231;&#227;o dos anos 30 tinha sido substitu&#237;da por uma laiciza&#231;&#227;o da sociedade", defende a autora. Irene Flunser Pimentel venceu em 2007 o Pr&#233;mio Pessoa e &#233; doutorada em Hist&#243;ria Contempor&#226;nea com uma tese sobre a PIDE/DGS, pol&#237;cia pol&#237;tica do Estado, entre 1945/74. Licenciou-se em Hist&#243;ria pela Faculdade de Letras da Universidade Cl&#225;ssica de Lisboa, em 1984. Concluiu o mestrado em Hist&#243;ria Contempor&#226;nea pela Faculdade de Ci&#234;ncias Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. &#201; investigadora do Instituto de Hist&#243;ria Contempor&#226;nea da Faculdade de Ci&#234;ncias Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Publicou diversos artigos em jornais e revistas nacionais e estrangeiras, sobre o Estado Novo, a II Guerra Mundial, o nacional-socialismo alem&#227;o e o Holocausto, entre outros temas.</description>
      <pubDate>2010-03-16 16:14:25</pubDate>
      <category>Nacional</category>
    </item>
    <item>
      <title>Patriarca de Lisboa confia na tolerância de ponto para a visita de Bento XVI</title>
      <link>http://agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=78375</link>
      <description> O Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Jos&#233; Policarpo, reconhece numa entrevista concedida &#224; R&#225;dio Renascen&#231;a que pode n&#227;o ser pac&#237;fico conceder toler&#226;ncia de ponto para a visita do Papa, mas confia numa decis&#227;o nesse sentido por parte do Governo"Penso que o Governo da na&#231;&#227;o ter&#225; com certeza em aten&#231;&#227;o o visitante que tem", afirma, lembrando a toler&#226;ncia de ponto nas escolas em 1982. No caso da diocese de Lisboa, o Patriarca confia na mobiliza&#231;&#227;o dos crist&#227;os para a visita do Sumo Pont&#237;fice.Lisboa ser&#225; a primeira paragem de Bento XVI, que ir&#225; celebrar missa no Terreiro do Pa&#231;o &#8212; um espa&#231;o que continua em obras, mas que D. Jos&#233; Policarpo acredita que tudo estar&#225; pronto a tempo e horas e que o Bispo de Roma ter&#225; uma recep&#231;&#227;o calorosa, tal como teve o seu antecessor, Jo&#227;o Paulo II.Os casamentos de Santo Ant&#243;nio contar&#227;o, este ano, com a b&#234;n&#231;&#227;o da Igreja, mas a quest&#227;o vai ser ponderada no futuro. Tudo por causa dos casamentos entre pessoas do mesmo sexo.O Cardeal Patriarca chegou a cancelar o apoio do Patriarcado quando soube que a C&#226;mara de Lisboa admitia incluir casais homossexuais, mas o desmentido do presidente da autarquia, Ant&#243;nio Costa, f&#234;-lo voltar atr&#225;s.D. Jos&#233; Policarpo n&#227;o esconde, contudo, que a iniciativa n&#227;o lhe agrada desde que foi alargada, em 97, aos casamentos civis. A nova lei que permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo &#233; outro assunto de que desgosta &#8212; mais do que o preocupa."Desgosta-me, porque significa um desvio de cultura e civiliza&#231;&#227;o muito s&#233;rio. Tenho desgosto por viver num tempo em que isso acontece. Porque na pr&#225;tica, ele significa pouca coisa, os pa&#237;ses que t&#234;m ido por a&#237; reconhecem que s&#227;o fen&#243;menos epis&#243;dicos. O que significa para a juventude &#233; que ainda ningu&#233;m avaliou", alerta.
 Com R&#225;dio Renascen&#231;a</description>
      <pubDate>2010-03-16 15:37:50</pubDate>
      <category>Nacional</category>
    </item>
    <item>
      <title>Japão: Bispos de Hiroshima e Nagasaki pedem o fim das armas nucleares</title>
      <link>http://agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=78374</link>
      <description> Os bispos de Hiroshima e Nagasaki &#8212; as &#250;nicas cidades atingidas por bombardeamentos at&#243;micos em tempo de guerra &#8212; apelaram aos l&#237;deres mundiais para fazerem "todo o poss&#237;vel para abolir as armas nucleares".
 Numa declara&#231;&#227;o conjunta publicada a 26 de Fevereiro, os prelados de Nagasaki e Hiroshima, D. Mitsuaki Takami e D. Joseph Atsumi Misue, referem que o pecado dos lan&#231;amentos das bombas sobre as duas cidades japonesas "n&#227;o pode ser unicamente atribu&#237;do aos Estados Unidos", "mas tamb&#233;m aos demais pa&#237;ses, incluindo o Jap&#227;o, que persistiram na guerra durante o curso de sua hist&#243;ria".
 Aos EUA, os prelados exortaram a "limitar" o prop&#243;sito de manter um arsenal at&#243;mico unicamente para dissuadir outros pa&#237;ses de usar armamento semelhante, tendo igualmente pedido para que seja dado "ao menos um primeiro passo" no sentido de eliminar as armas nucleares e rever a estrat&#233;gia relativa a este tipo de equipamento b&#233;lico.
 Os bispos solicitaram tamb&#233;m ao Jap&#227;o, que assinou um tratado bilateral de seguran&#231;a com os Estados Unidos, que "demonstre que agir&#225; por si mesmo na aboli&#231;&#227;o total" deste tipo de armamento.
 Na an&#225;lise dos prelados, o Jap&#227;o "tem uma postura excessivamente passiva" na discuss&#227;o da redu&#231;&#227;o dos arsenais norte-americanos porque o pa&#237;s estaria sob a protec&#231;&#227;o do "guarda-chuva" at&#243;mico dos EUA.
 A declara&#231;&#227;o, que estima em 20 mil o n&#250;mero de ogivas, antecede a reuni&#227;o da cimeira de seguran&#231;a nuclear, prevista para Abril, em Washington, e a confer&#234;ncia de revis&#227;o do Tratado de N&#227;o Prolifera&#231;&#227;o das armas at&#243;micas, que ocorrer&#225; no m&#234;s de Maio em Nova Iorque.
 Paralelamente, um grupo de nove Igrejas da Gr&#227;-Bretanha lan&#231;ou uma campanha que exorta o Governo a "empenhar-se para livrar o mundo das armas nucleares, construindo assim um futuro mais seguro para todos".
 A iniciativa, intitulada "Este &#233; o momento", conta com a participa&#231;&#227;o de representantes do Conselho Mundial das Igrejas e de outros organismos.
 A plataforma quer pressionar os governos mundiais a colocar sob controlo internacional os materiais pass&#237;veis de emprego no fabrico de armas at&#243;micas, favorecendo ao mesmo tempo a assinatura de acordos que tornem ilegal o uso deste tipo de equipamento.
 A alian&#231;a inclui a Igreja da Inglaterra, Igreja Presbiteriana da Esc&#243;cia, Igreja Metodista, Uni&#227;o Batista da Gr&#227;-Bretanha, Quakers, Igreja Unida Reformada, Confer&#234;ncia Episcopal Cat&#243;lica da Inglaterra e do Pa&#237;s de Gales e Confer&#234;ncia Episcopal Cat&#243;lica da Esc&#243;cia.
 Com Zenit</description>
      <pubDate>2010-03-16 15:32:13</pubDate>
      <category>Internacional</category>
    </item>
    <item>
      <title>LOC/MTC promove debate sobre saúde e trabalho</title>
      <link>http://agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=78372</link>
      <description> A Liga Oper&#225;ria Cat&#243;lica/Movimento de Trabalhadores Crist&#227;os da Par&#243;quia de S&#227;o Tiago das Antas e a Associa&#231;&#227;o de Moradores das Lameiras realizaram a 15 de Mar&#231;o, em Vila Nova de Famalic&#227;o, um col&#243;quio sobre sa&#250;de e trabalho.
 Durante o encontro, a m&#233;dica de fam&#237;lia Elisa Ribeiro afirmou que "&#233; mais f&#225;cil recorrer ao m&#233;dico de fam&#237;lia do que caminhar todos os dias pelo menos meia hora".
 "Se todos fizessem um esfor&#231;o por concretizar estilos de vida diferente, as idas aos m&#233;dicos poderiam diminuir em cerca de cinquenta por cento", acrescentou.
 A especialista salientou que metade das doen&#231;as s&#227;o provocadas directamente por maus h&#225;bitos alimentares, falta de exerc&#237;cio f&#237;sico, tabaco e falta de protec&#231;&#227;o de meios adequados no trabalho.
 Na sua interven&#231;&#227;o, Elisa Ribeiro apelou aos participantes para mudarem os seus h&#225;bitos caso pretendem viver mais anos e com maior qualidade.
 A oradora defendeu que os cuidados m&#233;dicos em Portugal est&#227;o a passar por uma grande transforma&#231;&#227;o, no seu entender para melhor, tendo apontado o exemplo das Unidades de Sa&#250;de Familiar, que permitiram um atendimento mais personalizado do doente.
 O lema "Sa&#250;de e trabalho" &#233; uma prioridades dos planos de ac&#231;&#227;o da LOC/MTC e da Associa&#231;&#227;o de Moradores das Lameiras para 2010,
 O presidente da Associa&#231;&#227;o, Jorge Faria, congratulou-se com a iniciativa, enquanto que a coordenadora do Grupo da LOC/MTC, Teresa Costa, fez o enquadramento da sess&#227;o na realidade da sa&#250;de e do trabalho na regi&#227;o e em Portugal.
 Na interven&#231;&#227;o de encerramento, o p&#225;roco de S&#227;o Tiago das Antas, Pe. Agostinho Alves, lembrou que Jesus Cristo veio para que "tiv&#233;ssemos vida e a tiv&#233;ssemos em abund&#226;ncia", pelo que estragar a vida concedida por Deus &#233; atentar contra a dignidade humana.</description>
      <pubDate>2010-03-16 14:50:43</pubDate>
      <category>Nacional</category>
    </item>
    <item>
      <title>Visita de Bento XVI - Formação para Jornalistas</title>
      <link>http://agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=78371</link>
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      <description> Personalidades de dentro e de fora da Igreja Cat&#243;lica v&#227;o falar aos jornalistas sobre a visita de Bento XVI a Portugal no Semin&#225;rio de Prepara&#231;&#227;o a realizar no dia 26 de Mar&#231;o, Sexta-feira, na Casa de Nossa Senhora das Dores, em F&#225;tima, informa o site oficial da visita do Papa a Portugal.Al&#233;m das interven&#231;&#245;es, vai haver espa&#231;o para informa&#231;&#227;o aos jornalistas sobre quest&#245;es pr&#225;ticas relacionadas com a desloca&#231;&#227;o do Papa a F&#225;tima, bem como informa&#231;&#245;es actualizadas sobre o programa em Lisboa e Porto.O Semin&#225;rio, que vai decorrer entre as 10h30 e as 18h00, &#233; aberto por D. Carlos Azevedo, Bispo auxiliar de Lisboa e Coordenador Geral da Visita, e inclui palestras do actual Reitor do Santu&#225;rio, pe. Virg&#237;lio Antunes, e do Reitor Em&#233;rito, Mons. Luciano Guerra.O Pe. Jos&#233; Tolentino Mendon&#231;a &#233; o moderador de uma mesa redonda com o tema &#171;Visita do Papa Ratzinger numa encruzilhada cultural&#187;, na qual participam o historiador Jos&#233; Pacheco Pereira, que vai falar sobre &#171;O que valem hoje os valores?&#187;, o Bispo do Porto, D. Manuel Clemente, cuja interven&#231;&#227;o ser&#225; &#171;Presen&#231;a da Igreja na cultura portuguesa: entre religiosidade popular, erudi&#231;&#227;o e compromisso social&#187;, al&#233;m de um convidado a confirmar.Haver&#225; ainda a oportunidade de visitar em ante-estreia a exposi&#231;&#227;o &#171;Os Papas e F&#225;tima&#187;, que ser&#225; aberta ao p&#250;blico no dia 27 de Mar&#231;o.Os jornalistas interessados em participar devem fazer a inscri&#231;&#227;o, com indica&#231;&#227;o do nome e respectivo &#243;rg&#227;o de comunica&#231;&#227;o social, via e-mail para o Centro de Comunica&#231;&#227;o Social do Santu&#225;rio de F&#225;tima (ccs@fatima.pt).
 Programa SEMIN&#193;RIO PARA JORNALISTAS DE PREPARA&#199;&#195;O DA VISITA DO PAPA Data e lugar: no dia 26 de Mar&#231;o, sexta-feira, em F&#225;tima, na Casa de N&#170; S&#170; das Dores &#8212; 10.30: Acolhimento e distribui&#231;&#227;o de pastas
 &#8212; 10.45: Abertura por D. Carlos Azevedo, Coordenador Geral da Visita: &#171;Para que serve uma visita do Papa? Que &#233; que ele tem para nos dizer?
 &#8212; 11.00: Palestra do Reitor Em&#233;rito de F&#225;tima, Mons. Luciano Guerra: &#171;Os Papas e F&#225;tima&#187;
 &#8212; 11.30: Intervalo 
 &#8212; 12.00: Interven&#231;&#227;o do actual Reitor de F&#225;tima, P. Virg&#237;lio Antunes: &#171;Mensagem de F&#225;tima para o s&#233;culo XXI. Que diz F&#225;tima ao Portugal de hoje?
 &#8212; 12.15: Pontos pr&#225;ticos em rela&#231;&#227;o aos jornalistas, sobre F&#225;tima: Perguntas e respostas (Leopoldina Sim&#245;es, Respons&#225;vel pela Sala de Imprensa do Santu&#225;rio de F&#225;tima)
 &#8212; 12.45: Intervalo
 &#8212; 13.00: Almo&#231;o
 &#8212; 14.30: Mesa redonda: &#171;Visita do Papa Ratzinger numa encruzilhada cultural&#187;:
 - Moderador: P. Jos&#233; Tolentino Mendon&#231;a
 - Jos&#233; Pacheco Pereira: &#171;O que valem hoje os valores?&#187;
 - D. Manuel Clemente: Presen&#231;a da Igreja na cultura portuguesa: entre religiosidade popular, erudi&#231;&#227;o e compromisso social&#187;
 - Convidado/a a confirmar
 &#8212; 15.45: Intervalo
 &#8212; 16.00: Informa&#231;&#227;o actualizada sobre assuntos referentes a Lisboa e Porto
 &#8212; 17.00: Visita, em antestreia, &#224; Exposi&#231;&#227;o que ser&#225; inaugurada no dia seguinte: &#171;Os Papas e F&#225;tima&#187;. A caminho, visita &#224; Sala de Imprensa
 &#8212; 18.00: Fim do programa</description>
      <pubDate>2010-03-16 13:22:54</pubDate>
      <category>Nacional</category>
    </item>
    <item>
      <title>Diversidades migratórias</title>
      <link>http://agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=78370</link>
      <description> &#171;Migra&#231;&#245;es, perman&#234;ncias e diversidades&#187; &#233; o t&#237;tulo da obra organizada por Maria Beatriz Rocha-Trindade e que re&#250;ne as interven&#231;&#245;es dos v&#225;rios participantes do semin&#225;rio &#171;Migra&#231;&#245;es e Migrantes&#187; realizado na Universidade Aberta. Com a chancela da editora &#171;Afrontamento&#187;, este livro retrata exemplarmente v&#225;rias das facetas das migra&#231;&#245;es, dos que partiram e dos que vieram, tra&#231;ando o perfil de v&#225;rias das comunidades estrangeiras residentes em Portugal (chineses, brasileiros, ucranianos, cabo-verdianos...), as representa&#231;&#245;es que t&#234;m do pa&#237;s de acolhimento, a actividade econ&#243;mica que desenvolvem e a rela&#231;&#227;o com o pa&#237;s de origem. Aqui tamb&#233;m se fala dos portugueses que partiram, da primeira e segunda gera&#231;&#245;es de migrantes, e daquilo que de novo trouxeram para Portugal, pa&#237;s de origem, a forma que encontraram de se organizarem no pa&#237;s de destino e as estrat&#233;gias que encontraram para promoverem a cultura e atenuarem as saudades da sua terra.
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      <pubDate>2010-03-16 12:28:15</pubDate>
      <category>Nacional</category>
    </item>
    <item>
      <title>O caminho da Cruz</title>
      <link>http://agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=78369</link>
      <description> Um esquema para a celebra&#231;&#227;o da paix&#227;o, morte e ressurrei&#231;&#227;o de Jesus. Da autoria de Eug&#233;nio Albuquerque e com o carimbo das Edi&#231;&#245;es Salesianas, este op&#250;sculo prop&#245;e uma reflex&#227;o a dois n&#237;veis: b&#237;blica e experiencial. A primeira ajuda na escuta e na medita&#231;&#227;o da Palavra; a segunda aproxima o caminho de Jesus ao nosso pr&#243;ximo caminho. Cada esta&#231;&#227;o oferece duas vers&#245;es diferentes: a forma breve, que condensa o essencial daquilo que cada esta&#231;&#227;o proclama, e a forma completa que cont&#233;m os seguintes elementos: moni&#231;&#227;o, texto b&#237;blico, coment&#225;rio, invoca&#231;&#245;es e ora&#231;&#227;o do presidente.</description>
      <pubDate>2010-03-16 12:25:53</pubDate>
      <category>Nacional</category>
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    <item>
      <title>Perdoar</title>
      <link>http://agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=78368</link>
      <description> A boa-nova da reconcilia&#231;&#227;o: uma nova oportunidade, uma nova esperan&#231;a! &#171;Eu te perdoo&#187; &#233; um livro essencial para o tempo da Quaresma. Insere-se numa l&#243;gica de renova&#231;&#227;o. O autor &#8212; Alain Bandelier &#8212; coloca em di&#225;logo a melhor tradi&#231;&#227;o da Igreja com a sensibilidade dos homens do nosso tempo sobre a riqueza do sacramento do perd&#227;o. O Evangelho e a pr&#225;tica de Jesus de Nazar&#233; s&#227;o a fonte a que o livro nos desafia a voltar para encontrarmos a gra&#231;a do perd&#227;o.</description>
      <pubDate>2010-03-16 12:24:12</pubDate>
      <category>Nacional</category>
    </item>
    <item>
      <title>Celebração da Pascoela pela comunidade católica ucraniana </title>
      <link>http://agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=78367</link>
      <description> A Comunidade Cat&#243;lica Ucraniana de Rito Bizantino celebra o domingo de Pascoela (11 de Abril) no Semin&#225;rio dos Franciscanos, em Lisboa.Segundo um comunicado enviado &#224; Ag&#234;ncia ECCLESIA pelo Pe. Ivan Hudz, Coordenador da Capelania Nacional dos Imigrantes Ucranianas de Rito Bizantino em Portugal, esta iniciativa pretende, "para al&#233;m da celebra&#231;&#227;o em conjunto da comunidade com os demais convidados, aproveitar a oportunidade para dar a conhecer a import&#226;ncia que a celebra&#231;&#227;o deste Domingo assume para todos os Ucranianos, celebrando a festa do P&#227;o da P&#225;scoa".&#201; um facto que existe uma grande comunidade de Ucranianos em Portugal, partilhando com os portugueses n&#227;o apenas o espa&#231;o geogr&#225;fico mas, acima de tudo, a perten&#231;a aos valores universais do Cristianismo. A organiza&#231;&#227;o desta iniciativa &#233; feita em colabora&#231;&#227;o entre a Capelania Nacional dos Imigrantes Ucranianos de Rito Bizantino, a Associa&#231;&#227;o dos Imigrantes Ucranianos e a Obra Cat&#243;lica Portuguesa de Migra&#231;&#245;es.O in&#237;cio est&#225; marcado para as 12h15 com a celebra&#231;&#227;o da Eucaristia, seguindo-se o almo&#231;o &#224;s 14h00. O evento contar&#225; tamb&#233;m com um momento cultural, composto por uma exposi&#231;&#227;o de artesanato e folclore, &#224;s 15h30.</description>
      <pubDate>2010-03-16 12:07:59</pubDate>
      <category>Nacional</category>
    </item>
    <item>
      <title>25 anos com os jovens de todo o mundo</title>
      <link>http://agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=78366</link>
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      <description> H&#225; 25 anos, Jo&#227;o Paulo II imaginava uma iniciativa de relacionamento com as novas gera&#231;&#245;es que viria a tornar-se uma refer&#234;ncia incontorn&#225;vel da vida da Igreja: as Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ).
 Com passagens pelos quatro cantos do mundo, s&#227;o, segundo o actual Papa, uma "iniciativa prof&#233;tica que trouxe frutos abundantes". Para muitos jovens, a Jornada representa uma experi&#234;ncia inesquec&#237;vel. Conhecem crist&#227;os de todo o mundo, celebram juntos uma grande festa e, deste modo, vivem a sua f&#233; de uma maneira nova.
 A 22 de Dezembro de 1985, Jo&#227;o Paulo II anunciou a realiza&#231;&#227;o de uma Jornada Mundial da Juventude, todos os anos nas igrejas locais, no Domingo de Ramos, e com uma celebra&#231;&#227;o internacional com intervalo de dois ou tr&#234;s anos.
 Buenos Aires (Argentina, 1987) foi a primeira cidade anfitri&#227;. Seguiram-se Santiago de Compostela (Espanha, 1989), Czestochowa (Pol&#243;nia, 1991), Denver (EUA, 1993), Manila (Filipinas, 1995), Paris (Fran&#231;a, 1997), Roma (Ano Jubilar, 2000) e Toronto (Canad&#225;, 2002).
 J&#225; no pontificado de Bento XVI decorreram as JMJ de Col&#243;nia (Alemanha, 2005) e Sidney (Austr&#225;lia, 2008) com as pr&#243;ximas agendadas para Madrid, em 2011.
 A JMJ nasceu e desenvolveu-se como uma celebra&#231;&#227;o da f&#233;, um grande acontecimento, em que a festa e f&#233; se unem inseparavelmente e para o qual o Papa convida os jovens de todos o mundo, que se juntam com um objectivo comum: conhecerem-se, partilhar experi&#234;ncias e celebrar uma grande festa &#8212; primeiro com Jo&#227;o Paulo II, agora com Bento XVI.
 Na sua mensagem para 2010, o Papa alem&#227;o destaca que as JMJ permitiram &#224;s novas gera&#231;&#245;es "encontrar-se, colocar-se &#224; escuta da Palavra de Deus, descobrir a beleza da Igreja e viver experi&#234;ncias fortes de f&#233;, que levaram muitos &#224; decis&#227;o de se doarem totalmente a Cristo".
 No Dossier que apresenta esta semana, para al&#233;m da mensagem de Bento XVI, a Ag&#234;ncia ECCLESIA apresenta um "balan&#231;o" do Director do Departamento Nacional da Pastoral Juvenil, Pe. Pablo Lima, sobre este quarto de s&#233;culo.
 O respons&#225;vel considera que "n&#227;o ser&#225; exagerado dizer que a pastoral juvenil em geral, como sector da teologia e da pastoral especializada, se n&#227;o nasceu nessa data (22.12.1985), sem d&#250;vida encontrou a&#237; uma grande alavanca de desenvolvimento. Na verdade, qualquer agente pastoral poder&#225; constatar, com dor ou j&#250;bilo de acordo com as implica&#231;&#245;es antecedentes e consequentes das mesmas, que as Jornadas Mundiais da Juventude provocam um movimento de desinstala&#231;&#227;o, ousadia e entusiasmo a que as Igrejas locais dificilmente conseguem alhear-se".
 Quanto aos desafios que se colocam &#224; Pastoral Juvenil de hoje e, particularmente, em Portugal, o Pe. Pablo Lima considera os podemos englobar em tr&#234;s: "vastid&#227;o de recursos humanos e pastorais, nova linguagem e verdadeira paix&#227;o".
 Testemunhos Neste n&#250;mero do seman&#225;rio s&#227;o ainda apresentados os testemunhos de dois jovens que viveram as JMJ com Papas diferentes.
 Alexandrina Marques, de Viana do Castelo, fala de Jo&#227;o Paulo II como "o Papa dos jovens" e diz que "tive a gra&#231;a de participar nas Jornadas Mundiais da Juventude de Paris (1997), Roma (2000) e Toronto (2002)". "Posso testemunhar que, quanto mais idoso, mais atraente e jovem de cora&#231;&#227;o, mais nos electrizava o seu olhar num rosto cansado, as suas m&#227;os vagarosas que batiam o compasso dos hinos da JMJ. Este &#233; o Jo&#227;o Paulo II que eu e a minha gera&#231;&#227;o guardamos na mem&#243;ria e no cora&#231;&#227;o, como num relic&#225;rio. N&#227;o pod&#237;amos estar mais felizes por saber que a Igreja j&#225; o proclama &#171;servo de Deus&#187; e que o seu processo de beatifica&#231;&#227;o avan&#231;a rapidamente", relata.
 J&#225; Bruno Mendes, de Coimbra, fala da sua experi&#234;ncia na Austr&#225;lia, em 2008, e desvalorizar as compara&#231;&#245;es entre os dois &#250;ltimos Papas.
 "H&#225; quem diga que este Papa n&#227;o &#233; como Jo&#227;o Paulo II. E n&#227;o &#233;. E ainda bem. Porque seria insuport&#225;vel v&#234;-lo a imitar Jo&#227;o Paulo II. &#201; verdade que os seus gestos s&#227;o menos expressivos, uns dizem que &#233; frio, outros que &#233; t&#237;mido &#8212; isso &#233; tamb&#233;m o que eu penso e n&#227;o que &#233; menos pr&#243;ximo que Jo&#227;o Paulo II. Porque no Barco e na Vig&#237;lia e Eucaristia em Sidney ele conseguiu comunicar perfeitamente con-nosco e senti uma emo&#231;&#227;o e sintonia enormes", assegura.
 Para Bruno Mendes, h&#225; uma certeza na rela&#231;&#227;o entre os portugueses e Bento XVI: "Encontr&#225;-lo-emos dentro de algumas semanas em F&#225;tima. E para o ano, se Deus quiser, em Madrid. Porque o Papa est&#225; com os jovens e os jovens est&#227;o com o Papa".
 S&#237;mbolos A Cruz da JMJ ficou conhecida por diversos nomes: Cruz do Ano Santo, Cruz do Jubileu, Cruz da JMJ, Cruz Peregrina, muitos a chamam de Cruz dos Jovens porque ela foi entregue pelo Papa Jo&#227;o Paulo II aos jovens para que a levassem por todo o mundo, a todos os lugares e a todo tempo.
 A cruz de madeira de 3,8 metros foi constru&#237;da e colocada como s&#237;mbolo da f&#233; cat&#243;lica, perto do altar principal na Bas&#237;lica de S&#227;o Pedro durante o Ano Santo da Reden&#231;&#227;o (Semana Santa de 1983 &#224; Semana Santa de 1984). No final daquele ano, depois de fechar a Porta Santa, o Papa Jo&#227;o Paulo II deu essa cruz como um s&#237;mbolo do amor de Cristo pela humanidade.
 Desde 1984, a Cruz da JMJ peregrinou pelo mundo, atrav&#233;s da Europa, al&#233;m da Cortina de Ferro, e para locais das Am&#233;ricas, &#193;sia, &#193;frica e Austr&#225;lia, estando presente em cada celebra&#231;&#227;o internacional da Jornada Mundial da Juventude.
 Em 2003, Jo&#227;o Paulo II deu aos jovens um segundo s&#237;mbolo de f&#233; para ser levado pelo mundo, acompanhando a Cruz da JMJ: o &#205;cone de Nossa Senhora, "Salus Populi Romani", uma c&#243;pia contempor&#226;nea de um antigo e sagrado &#237;cone encontrado na primeira e maior bas&#237;lica para Maria a M&#227;e de Deus, no Ocidente, Santa Maria Maior.</description>
      <pubDate>2010-03-16 12:04:21</pubDate>
      <category>Dossier</category>
    </item>
    <item>
      <title>Humor e morte num discurso sobre Deus</title>
      <link>http://agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=78365</link>
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      <description> A rela&#231;&#227;o do humor com a morte foi um dos aspectos centrais da interven&#231;&#227;o de Ricardo Ara&#250;jo Pereira na primeira sess&#227;o do ciclo "Deus: quest&#227;o para Crentes e n&#227;o-Crentes".
 "Eu acredito que quando morrer &#8212; tenho mais ou menos a ideia que isso vai acontecer qualquer dia &#8212; vou exactamente para o mesmo s&#237;tio onde estava antes de ter nascido, ou seja, lugar nenhum. E isso &#233; uma coisa que me transtorna", referiu o escritor, que pediu desculpa por ser "titubeante" ao falar da "n&#227;o experi&#234;ncia de Deus", que classificou de "bastante ca&#243;tica".
 "Para n&#243;s, ateus, a morte &#233; um sono sem sonhos e n&#243;s continuamos com um mau perder em rela&#231;&#227;o a isso. N&#227;o &#233; f&#225;cil. E por isso, onde &#233; que eu vou buscar conforto? &#192; B&#237;blia (n&#227;o sei se j&#225; ouviram falar)", disse o humorista.
 Ao interpretar o livro do Eclesiastes, Ricardo Ara&#250;jo Pereira concluiu que "o tempo e o acaso acontecem a todos por igual" ("Era uma &#243;ptima pessoa &#8212; morreu. Era uma p&#233;ssima pessoa &#8212; morreu tamb&#233;m)", ressalvando que "se Deus existir, h&#225; uma justifica&#231;&#227;o para a nossa exist&#234;ncia".
 Depois de citar excertos do Antigo e do Novo Testamento para defender a tese de que "Deus n&#227;o ri", o humorista mostrou-se convicto de que o riso est&#225; relacionado com a percep&#231;&#227;o da morte.
 Referindo-se &#224; cena de "Hamlet" (Shakespeare) em que o protagonista dialoga com uma caveira, Ricardo Ara&#250;jo Pereira sublinhou que "o trabalho de humorista &#233; fazer as pessoas rirem-se do facto de, por mais maquilhagem que ponham na cara, &#233; &#224;quele estado que v&#227;o chegar".
 O segundo encontro do ciclo "Deus: quest&#227;o para Crentes e n&#227;o-Crentes", a realizar no pr&#243;ximo dia 18, pelas 21h30, contar&#225; com a participa&#231;&#227;o de personalidades da esfera pol&#237;tica: Assun&#231;&#227;o Cristas (deputada parlamentar), Pedro Ad&#227;o e Silva (comentador) e Henrique Raposo (investigador de Estudos Pol&#237;ticos).
 Os v&#237;deos com a interven&#231;&#227;o de Ricardo Ara&#250;jo Pereira na Capela do Rato, a 11 de Mar&#231;o, continuar&#227;o a ser publicados durante esta semana no site do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura.</description>
      <pubDate>2010-03-16 12:01:35</pubDate>
      <category>Nacional</category>
    </item>
    <item>
      <title>Bodas de prata da pastoral juvenil</title>
      <link>http://agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=78364</link>
      <description> No Domingo de Ramos de 2011, completam-se 25 anos de um di&#225;logo particularmente fecundo entre a Igreja e os jovens, iniciado por Jo&#227;o Paulo II, &#224; volta das Jornadas Mundiais da Juventude.
 Na sequ&#234;ncia do Jubileu da Reden&#231;&#227;o (1983), o Santo Padre entregou aos jovens a Cruz peregrina (22 de Abril de 1984). Esta cruz esteve tamb&#233;m presente no primeiro Encontro mundial de jovens (e estar&#225; em Portugal entre os dias 8 e 20 de Agosto do corrente ano), que decorreu no Domingo de Ramos, a 30 de Mar&#231;o de 1985, Ano Internacional da Juventude por iniciativa da ONU.
 Nessa mesma ocasi&#227;o assinou e entregou a Carta Apost&#243;lica aos Jovens de todo o mundo: &#171;Queridos amigos (&#171;Dilecti amici&#187;)...&#187; e, a 22 de Dezembro desse mesmo ano, anunciou a realiza&#231;&#227;o de uma Jornada Mundial da Juventude, a decorrer todos os anos nas igrejas locais, no Domingo de Ramos, e com uma celebra&#231;&#227;o internacional com intervalo de dois ou tr&#234;s anos. 
 Buenos Aires (Argentina) foi a primeira cidade anfitri&#227; (1986) e a ela se seguiram Santiago de Compostela (Espanha, 1989), Czestochowa (Pol&#243;nia, 1991), Denver (USA, 1993), Manila (Filipinas, 1995), Paris (Fran&#231;a, 1997), Roma em contexto de Ano Jubilar da Encarna&#231;&#227;o (2000), Toronto (Canad&#225;, 2002), Col&#243;nia &#8212; onde ser&#225; Bento XVI a presidir, pela primeira vez, a esta Jornada (Alemanha, 2005), Sidney (Austr&#225;lia, 2008) e a pr&#243;xima est&#225; agendada para Madrid, em 2011 e para ela existe j&#225; uma enorme mobili-za&#231;&#227;o nacional.
 Constatamos assim que a Pastoral Juvenil que se gerou &#224; volta desta &#171;intui&#231;&#227;o do Esp&#237;rito&#187;, como lhe chamou o seu fundador na Carta que escreveu em 1996 a respeito do Congresso de estudo sobre as JMJ realizado em Czestochowa, est&#225; de bodas de prata. E s&#243; isso bastaria para revisitar o texto extraordin&#225;rio do Papa dos jovens (a editora Paulinas e o DNPJ est&#227;o a preparar uma reedi&#231;&#227;o para o Domingo de Ramos) e as consequ&#234;ncias e desafios da sua ac&#231;&#227;o. E n&#227;o ser&#225; exagerado dizer que a pastoral juvenil em geral, como sector da teologia e da pastoral especializada, se n&#227;o nasceu nessa data, sem d&#250;vida encontrou a&#237; uma grande alavanca de desenvolvimento. Na verdade, qualquer agente pastoral poder&#225; constatar, com dor ou j&#250;bilo de acordo com as implica&#231;&#245;es antecedentes e consequentes das mesmas, que as Jornadas Mundiais da Juventude provocam um movimento de desinstala&#231;&#227;o, ousadia e entusiasmo a que as Igrejas locais dificilmente conseguem alhear-se. Quais s&#227;o os desafios que se colocam &#224; Pastoral Juvenil de hoje e, particularmente, em Portugal? Creio que os podemos englobar em tr&#234;s: vastid&#227;o de recursos humanos e pastorais, nova linguagem e verdadeira paix&#227;o. Estamos certamente cansados de ouvir que os jovens s&#227;o a prioridade da Igreja. E oxal&#225; que o fossem. A verdade &#233; que a pobreza de recursos humanos que se colocam &#224; disposi&#231;&#227;o da pastoral juvenil dizem o contr&#225;rio. &#201; uma quest&#227;o de op&#231;&#245;es e convic&#231;&#245;es. E surpreende que as Igrejas locais tenham sempre um pres-b&#237;tero parcial ou mesmo totalmente (na maioria dos casos) dispon&#237;vel para a Vigararia Geral mas, para os jovens que &#171;s&#227;o a prioridade&#187;, tenham sempre um com tr&#234;s par&#243;quias ou mais dois secretariados porque &#171;s&#243; os jovens &#233; pouco&#187; ou &#171;n&#227;o podermos dar-nos esse "luxo" nos tempos que correm de falta de voca&#231;&#245;es&#187;. Nessa ordem de ideias, o que &#233; preciso &#233; mesmo uma prioridade pr&#225;tica e n&#227;o te&#243;rica. Todos sabemos qu&#227;o cansativo &#233; este trabalho e como se n&#227;o bastasse a dificuldade do mesmo, ainda se lhe juntam os espinhos eclesiais. &#201; justo dedicar aqui, e a este respeito, uma palavra de gratid&#227;o e felicita&#231;&#227;o a tantos animadores juvenis, leigos e sacerdotes, dos secretariados diocesanos e dos movimentos, que numa generosidade sem limites, fazem o que podem e o que n&#227;o podem pela evangeliza&#231;&#227;o da gera&#231;&#227;o estafeta da Igreja&#8230; Jo&#227;o Paulo II n&#227;o mandava recado, nem mandava emiss&#225;rios ao encontro dos jovens: ia ele mesmo. E soubemos, com alegria, que o Cardeal Ant&#243;nio Rouco, de Madrid, est&#225; a acompanhar pessoalmente os trabalhos do Comit&#233; da JMJ: participa nas reuni&#245;es que chegam a demorar doze e catorze horas, conhece pessoalmente os respons&#225;veis de cada sec&#231;&#227;o, opina e toma decis&#245;es sobre as formas concretas de ac&#231;&#227;o do evento. &#171;Obras son amores y no buenas razones&#187; - dizem os espanh&#243;is.
 Tamb&#233;m a pastoral juvenil precisa de uma nova linguagem e isto significa n&#227;o apenas uma nova forma de dizer mas tamb&#233;m de fazer. E sem medo assumir a mudan&#231;a e aceitar a diferen&#231;a. Torna-se claro que as rela&#231;&#245;es humanas longas e profundas est&#227;o em crise no nosso tempo, a personalidade dos jovens parece hoje formar-se (ou n&#227;o) atrav&#233;s de experi&#234;ncias intensas mesmo que arriscando a fugacidade se n&#227;o s&#227;o trabalhadas a posteriori. E esta que &#233; uma fraqueza do nosso tempo pode ser tamb&#233;m uma potencialidade se n&#227;o nos limitarmos ao queixume irrespons&#225;vel. Se n&#227;o &#233; poss&#237;vel fazer hoje como h&#225; vinte anos atr&#225;s, tamb&#233;m &#233; verdade que outros campos se abriram e novas manifesta&#231;&#245;es culturais e religiosas nasceram. &#171;&#201; como um pai de fam&#237;lia que tira do seu tesouro coisas novas e coisas velhas&#8230;&#187; (Mt 13,52)
 Finalmente uma verdadeira e universal paix&#227;o. E eu tenho-a encontrado nos leigos e presb&#237;teros que se dedicam &#224; juventude. Mas &#233; preciso que este fogo alastre a todos os cantos e dimens&#245;es da Igreja. Os jovens n&#227;o podem ser apenas presen&#231;a vi&#231;osa para embelezar as grandes manifesta&#231;&#245;es eclesiais quando nos conselhos pastorais paroquiais e diocesanos, nos projectos e programas diocesanos e nacionais, nas directrizes operativas e at&#233; econ&#243;micas s&#227;o uma sombra. Na sua carta Queridos Jovens, Jo&#227;o Paulo II alertava a &#171;gera&#231;&#227;o precedente&#187; sobre a sua enorme responsabilidade e dizia: &#171;a Igreja olha para si mesma de modo especial nos jovens&#187; (n.&#186; 15). E, neste olhar, como se v&#234; e gostaria de ver-se a si mesma a Igreja em Portugal no s&#233;culo XXI?
 Estou profundamente convencido, de alma e cora&#231;&#227;o, que as palavras do mais jovem evangelista permanecem actuais: &#171;escrevi-vos, jovens, porque v&#243;s sois fortes e a Palavra de Deus permanece em v&#243;s&#187; (1 Jo 2,13).
 Pe. Pablo Lima Director do DNPJ</description>
      <pubDate>2010-03-16 11:53:28</pubDate>
      <category>Dossier</category>
    </item>
    <item>
      <title>O Papa dos jovens</title>
      <link>http://agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=78363</link>
      <description> Tive a gra&#231;a de participar nas Jornadas Mundiais da Juventude de Paris (1997), Roma (2000) e Toronto (2002). Isto &#233;, nas &#250;ltimas tr&#234;s Jornadas Mundiais da Juventude a que presidiu Jo&#227;o Paulo II. E posso testemunhar que, quanto mais idoso, mais atraente e jovem de cora&#231;&#227;o, mais nos electrizava o seu olhar num rosto cansado, as suas m&#227;os vagarosas que batiam o compasso dos hinos da JMJ. Este &#233; o Jo&#227;o Paulo II que eu e a minha gera&#231;&#227;o guardamos na mem&#243;ria e no cora&#231;&#227;o, como num relic&#225;rio. N&#227;o pod&#237;amos estar mais felizes por saber que a Igreja j&#225; o proclama &#171;servo de Deus&#187; e que o seu processo de beatifica&#231;&#227;o avan&#231;a rapidamente. Quem sabe n&#227;o venha a ser beatificado em Madrid 2011?!
 A sua pastoral juvenil, por&#233;m, n&#227;o se restringe &#224;s Jornadas Mundiais. Desde os seus primeiros dias de padre, na sua amada Crac&#243;via, onde foi vig&#225;rio paroquial e confessor, dedicava muito tempo ao di&#225;logo pastoral com os jovens. Como professor, foi tamb&#233;m capel&#227;o na Universidade de Lublin e os seus acampamentos e semanas de montanhismo ficaram famosas entre os seus alunos que, carinhosamente, lhe chamavam &#171;Tio Karol&#187; e n&#227;o &#171;Padre Karol&#187;. Como arcebispo e cardeal de Crac&#243;via, continuou a manter uma aten&#231;&#227;o privilegiada &#224; juventude pois temia muito pela sua forma&#231;&#227;o humana e espiritual t&#227;o amea&#231;ada pelo regime comunista. Conta-se mesmo que, quando foi chamado pelo arcebispo de Crac&#243;via para lhe comunicar a sua nomea&#231;&#227;o como bispo auxiliar, estava numa caminhada com jovens, e teve que deixar o grupo diante de um t&#227;o urgente pedido de regresso e outro transporte n&#227;o teve que a boleia de um camionista. Informal, anti-protocolar, sempre imprevis&#237;vel&#8230;
 Eleito Papa em 1978, lan&#231;ou sempre um olhar priorit&#225;rio aos jovens (por estranho que pare&#231;a, uma das poucas mem&#243;rias infantis que guardo &#233; essa: tinha cinco anos e a tv, ainda a preto e branco, mostrou o fumo branco e um &#171;novo papa&#187; e a minha m&#227;e disse que tinha acontecido algo muito importante). Testemunho claro dessa rela&#231;&#227;o foram as suas visitas pastorais onde n&#227;o dispensava os encontros com os jovens e ningu&#233;m esquece os que em Portugal ocorreram no Parque Eduardo VII e no Est&#225;dio do Restelo. O seu di&#225;logo com os jovens conheceu um grande desenvolvimento a partir do Domingo de Ramos de 1985, quando escreveu a carta &#171;Queridos jovens&#187;, de que n&#227;o consigo esquecer a afirma&#231;&#227;o: &#171;preocupo-me convosco, em v&#243;s eu e toda a Igreja somos jovens&#187;. A partir da&#237;, todos os anos, antes da Semana Santa, nos dirigia uma Mensagem cheia de palavras profundas e afectuosas. Elas serviam para as nossas reuni&#245;es de jovens e, normalmente, as reflect&#237;amos no encontro diocesano da Juventude.
 &#201; claro que as Jornadas Mundiais representam o ponto alto dessa sua ac&#231;&#227;o. No texto que acompanhou o seu corpo ao t&#250;mulo ficou escrito: &#171;o seu amor pelos jovens levou-o a iniciar as Jornadas Mundiais da Juventude, convocando milh&#245;es de jovens de v&#225;rias partes do mundo&#187; (rezar na Cripta dos Papas, h&#225; dois anos, junto do seu t&#250;mulo, foi um dos momentos mais preciosos da minha vida). Em Toronto, tivemos a sensa&#231;&#227;o de que j&#225; n&#227;o seria ele a estar em Col&#243;nia. De facto, recordo que n&#227;o nos disse o habitual e esperado &#171;at&#233; Col&#243;nia&#187; mas limitou-se a dizer &#171;anuncio que as pr&#243;ximas Jornadas ser&#227;o em Col&#243;nia, Alemanha, em 2005&#187;. Alguns pens&#225;mos que ele j&#225; n&#227;o contava l&#225; estar. Foi por pouco mas, de facto, passou o testemunho a Bento XVI. Em n&#243;s permanecer&#225; sempre essa fotografia de um Papa amigo dos jovens; que gostava de estar connosco, que nos dirigia palavras exigentes, que suportava as ofensas de quem o chamava antiquado e que perdoou mesmo a quem o tentou matar, do Papa do Jubileu que, na Pra&#231;a de S&#227;o Pedro nos perguntou: &#171;quem viestes ver a Roma?&#187; e que nos corrigiu, depois da nossa resposta: &#171;N&#227;o, n&#227;o foi ao Papa, foi a Jesus&#187;.
 Nisso se resume a sua ac&#231;&#227;o com os jovens: mostrar Jesus. Nas suas palavras, nos seus gestos simb&#243;licos, eloquentes (e quando beijava o ch&#227;o ao chegar a um pa&#237;s?!), na sua hist&#243;ria de vida, sofrida e generosa, no seu sorriso e na sua &#250;ltima apari&#231;&#227;o p&#250;blica, depois da traqueotomia que lhe roubou a voz e cuja imagem pungente ainda nos comove e arrepia, s&#243; de pensar (estava em Cabo Verde e l&#225; decretaram tamb&#233;m luto nacional). &#171;Abri as portas a Cristo, n&#227;o tenhais medo!&#187;. Ele deu o exemplo. Santo Subito! &#8212; ergueram nos cartazes uns jovens nas suas ex&#233;quias. Para n&#243;s, ser&#225; sempre, o Papa amigo.
 Alexandrina Marques Viana do Castelo</description>
      <pubDate>2010-03-16 11:47:42</pubDate>
      <category>Dossier</category>
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      <title>Os jovens e Bento XVI</title>
      <link>http://agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=78362</link>
      <description> Para mim era inacredit&#225;vel poder ir a Sidney&#8230; ficava t&#227;o longe! Mas quando o Papa Bento XVI disse que a pr&#243;xima JMJ seria l&#225;, comecei a organizar-me para ir. Nesse mesmo instante, ainda em Col&#243;nia, comecei a alimentar o grande desejo de partilhar e viver, mais uma experi&#234;ncia de Jornada, agora "no outro lado do Mundo".
 Os primeiros dias, os chamados "Dias na Diocese", fiquei na bonita cidade de Brisbane e, acolhido por uma fam&#237;lia de filipinos, rapidamente, a sua casa se tornou tamb&#233;m a minha. Particip&#225;mos na vida da Par&#243;quia, bem como numa Festa da Diocese. Brisbane parou para ver os jovens todos juntos passar pelas suas ruas em direc&#231;&#227;o a um dos bonitos parques da cidade, onde ia acontecer o que eles chamaram a "Fiesta of Faith" &#8212; a Festa da F&#233;, ap&#243;s uma bonita ora&#231;&#227;o ecum&#233;nica, em cinco catedrais diferentes. Eu fiquei na St. John's Cathedral, uma igreja anglicana muito bonita, onde a ora&#231;&#227;o ecum&#233;nica foi presidida por uma "Bispa" e uma "Di&#225;cona". A "Fiesta of Faith" foi semelhante ao nosso II Grande Encontro de Jovens da Diocese de Coimbra, nas suas val&#234;ncias e ofertas. Para al&#233;m disso, ainda tive tempo para uns passeios: "Surfers Paradise" (a praia dos surfistas), Palm Beach (uma esp&#233;cie de Miami da Austr&#225;lia), e um parque de vida selvagem, onde estive em contacto com algumas esp&#233;cies de animais australianos, entre os quais os famosos Cangurus e Koalas.
 Os dias em Sydney foram realmente &#250;nicos e maravilhosos. Recordo com alegria e saudade as 3 catequeses sobre o Esp&#237;rito Santo; as Eucaristias na par&#243;quia e a comunh&#227;o com os "irm&#227;os" brasileiros nas mesmas; as viagens de comboio e as longas caminhadas; os rostos de alegria e felicidade e as gargalhadas daqueles que viveram comigo esta experi&#234;ncia; as lind&#237;ssimas paisagens e monumentos de Sydney, entre elas, a Casa da &#211;pera, a Ponte e o Porto de Sydney&#8230;
 Recordo, tamb&#233;m, a cerim&#243;nia de abertura JMJ, muito bonita; a imagem da chegada do Papa de barco, com um recinto composto por milhares de jovens; a Via Sacra encenada pela cidade de Sydney, momentos &#250;nicos e que vivi com grande intensidade e muita emo&#231;&#227;o; a peregrina&#231;&#227;o pela Sydney Harbour Bridge at&#233; ao local do encontro com o Papa e a Vig&#237;lia e Eucaristia Final presidida pelo Papa e com um coro magn&#237;fico composto por cerca de 400 pessoas, num recinto com milhares e milhares de jovens&#8230;
 No fim desta experi&#234;ncia &#250;nica e gratificante de f&#233; e comunh&#227;o com Deus e com os outros, fica-me assim a sensa&#231;&#227;o de que sou muito pequenino e, ao mesmo tempo, t&#227;o grande, porque Deus me ama e precisa de mim&#8230; Inunda-me, tamb&#233;m, esta certeza de que este Deus &#233;, verdadeiramente, um Deus de Amor, e que se manifesta em mim apenas dessa forma, pelo poder do Esp&#237;rito Santo&#8230;
 H&#225; quem diga que este Papa n&#227;o &#233; como Jo&#227;o Paulo II. E n&#227;o &#233;. E ainda bem. Porque seria insuport&#225;vel v&#234;-lo a imitar Jo&#227;o Paulo II. &#201; verdade que os seus gestos s&#227;o menos expressivos, uns dizem que &#233; frio, outros que &#233; t&#237;mido &#8212; isso &#233; tamb&#233;m o que eu penso e n&#227;o que &#233; menos pr&#243;ximo que Jo&#227;o Paulo II. Porque no Barco e na Vig&#237;lia e Eucaristia em Sidney ele conseguiu comunicar perfeitamente con-nosco e senti uma emo&#231;&#227;o e sintonia enormes. De facto, na Austr&#225;lia ofereceram-nos um crach&#225; que dizia, creio, &#171;Der Papst mit uns&#187;, o Papa est&#225; connosco, e est&#225; mesmo! Uns jovens tinham uma tshirt que achei muito engra&#231;ada: nas costas, era como a tshirt de um clube de futebol e tinha escrito &#171;Bento 16&#187;. &#201; nessa equipa que n&#243;s jogamos, na equipa de Jesus, na Igreja, cujo capit&#227;o vis&#237;vel &#233; hoje o Bento XVI ou 16.
 Encontr&#225;-lo-emos dentro de algumas semanas em F&#225;tima. E para o ano, se Deus quiser, em Madrid. Porque o Papa est&#225; com os jovens e os jovens est&#227;o com o Papa.
 Bruno Mendes SDPJ-Coimbra</description>
      <pubDate>2010-03-16 11:47:26</pubDate>
      <category>Dossier</category>
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      <title>EMRC - comigo podes contar</title>
      <link>http://agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=78361</link>
      <description> A cidade de Beja ir&#225; acolher, dia 23 de Mar&#231;o, o encontro Inter &#8212; Escolas para os alunos do Arciprestado de Beja, no qual participaram cerca de 700 alunos do 3&#186;ciclo do ensino B&#225;sico. O tema do encontro ser&#225;: EMRC&#8230; comigo podes contar.Programa 10.00h - Chek - In (Chegada dos alunos ao Castelo de Beja) 10.30h - Apresenta&#231;&#227;o das escolas na Pra&#231;a de Armas do Castelo de Beja 11.00h - Celebra&#231;&#227;o Juvenil (S&#233; de Beja)11.30h - Organiza&#231;&#227;o do desfile das escolas pelas ruas da cidade com faixas alusivas ao tema do dia em direc&#231;&#227;o &#224; Escola Secund&#225;ria D. Manuel I 12.15h - Almo&#231;o Pic-nic13.30h -Festa da Juventude Constru&#231;&#227;o do Mural Retalhos de EMRC V&#225;rios Workshops Concurso de KaraokTroca de Mensagens Outras surpresas 16.30h - Regresso a casa</description>
      <pubDate>2010-03-16 11:45:51</pubDate>
      <category>Nacional</category>
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